Meditação por Portugal

Ao Encontro da Alma Luzitana

Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.

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BEM VINDOS

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quinta-feira, 27 de março de 2014


SAIR DO EURO...

PORTUGAL NÃO CABE NA EUROPA!
A alma de Portugal será sempre grande demais
Uma Europa Unida não se constrói destruindo, mas aceitando as diferenças que são uma mais-valia para todos. ...

Por detrás das manipulações político-financeiras internacionais, descobre-se que uma Pseudo-União Europeia não é nem união nem europeia, mas um pantanal, onde as mais diversas pontas de flechas de interesses não europeus, mas globalistas, se digla- diam e a manobram conforme as suas conveniências.

Para Portugal poder cumprir o seu papel na Europa, vai ter de sair da União Europeia e também do Euro, pois este foi o maior roubo que alguma vez se deu na História.

Portugal tem potencial para se livrar das dívidas feitas em seu nome. Precisamos é de nos livrar das sanguessugas que nos devoram diariamente e, de forma pacífica, lutar para que Portugal volte a estar em mãos lusas. O resto é trabalho!

in "DO RAPTO DA EUROPA PELO FAMIGERADO EURO AO PAPEL DE PORTUGAL NO FUTURO", Rainer Daehnhardt


Quinto Império
A referência ao Quinto Império surge na Bíblia e torna-se mito nas interpretações que sucederam ao longo dos tempos. Em Portugal, Bandarra (1500?-1556), Padre António Vieira (1608-1697) e Fernando Pessoa (1888-1935) reformulam o mito.
De acordo com a Bíblia, Nabucodonosor, rei da Babilónia (604-562 a.C.), queria que os sábios lhe revelassem o sonho que tivera e a sua interpretação. O sonho envolvia uma enorme estátua com cabeça de ouro, peito e braços de prata, ventre e ancas de bronze, pernas de ferro e pés de barro, à qual uma grande pedra, que se desprendeu da montanha, triturou os pés, fazendo tudo em pedaços. Foi o profeta Daniel que lho revelou e decifrou, mostrando-lhe que o nascimento e a queda de impérios acontecem pela vontade de Deus, embora pareça dos homens essa missão. Diz Daniel (2:37-44): "Tu que és o rei dos reis, a quem o Deus dos céus deu a realeza, o poder, a força e a glória; a quem entregou o domínio, onde quer que eles habitem, sobre os homens, os animais terrestres e as aves do céu, tu é que és a cabeça de ouro. Depois de ti surgirá um outro reino, menor que o teu; depois um terceiro reino, o de bronze, que dominará sobre toda a terra. Um quarto reino será forte como o ferro" e, mais à frente, "No tempo destes reis, o Deus dos céus fará aparecer um reino que jamais será destruído e cuja soberania nunca passará a outro povo". Daniel profetizou que depois da grandiosidade do império da Babilónia, sucederiam outros, que de acordo com as interpretações mais correntes são o Medo-Persa, o da Grécia e o de Roma, sendo o Quinto Império universal.
O Padre António Vieira, ao desenvolver o mito do Quinto Império, considera que, depois desses grandes impérios liderados por Nabucodonosor (da Babilónia ou dos Assírios), por Ciro (da Pérsia), por Péricles (da Grécia) e por César (de Roma), chegará o Império Universal Cristão, o Quinto Império, liderado pelo Rei de Portugal. Diz Vieira em História do Futuro: "Chamamos Império Quinto ao novo e futuro que mostrará o discurso desta nossa História; o qual se há de seguir ao Império Romano na mesma forma de sucessão em que o Romano se seguiu ao Grego, o Grego ao Persa e o Persa ao Assírio".
Fernando Pessoa, na obra Mensagem, anuncia um novo império civilizacional, que, como Vieira, acredita ser o português. O "intenso sofrimento patriótico" leva-o a antever um império que se encontra para além do material. No poema "O Quinto Império", afirma: "Grécia, Roma, Cristandade, / Europa – os quatro se vão / Para onde vai toda idade. / Quem vem viver a verdade / Que morreu D. Sebastião?"
Para o Poeta, "A esperança do Quinto Império, tal qual em Portugal a sonhamos e concebemos, não se ajusta, por natureza, ao que a tradição figura como o sentido da interpretação dada por Daniel ao sonho de Nabucodonosor. Nessa figuração tradicional, é este o seguimento dos Impérios: o Primeiro é o da Babilónia, o Segundo o Medo-Persa, o Terceiro o da Grécia e o Quarto o de Roma, ficando o Quinto, como sempre, duvidoso. Nesse esquema, porém, que é de impérios materiais, o último é plausivelmente entendido como sendo o Império de Inglaterra. Desse modo se interpreta naquele país; e creio que, nesse nível, se interpreta bem. Não é assim no esquema português. Esse, sendo espiritual, em vez de partir, como naquela tradição, do Império material de Babilónia, parte, antes, com a civilização que vivemos, do Império espiritual da Grécia, origem do que espiritualmente somos. E, sendo esse o Primeiro Império, o Segundo é o de Roma. O Terceiro o da Cristandade, e o Quarto o da Europa – isto é, da Europa laica de depois da Renascença. Aqui o Quinto Império terá de ser outro que o inglês, porque terá de ser de outra ordem. Nós o atribuímos a Portugal, para quem o esperamos." (Textos transcritos por António Quadros, em Fernando Pessoa, Iniciação Global à Obra)
A crença no Quinto Império persegue Fernando Pessoa, como se vê pela entrevista a Alves Martins (1897-1929) em Revista Portuguesa, nº 23-24, de 13 de outubro de 1923, onde à questão sobre o que calcula que seja o futuro da raça portuguesa, responde: "O Quinto Império. O futuro de Portugal – que não calculo, mas sei – está escrito já, para quem saiba lê-lo, nas trovas do Bandarra, e também nas quadras de Nostradamus. Esse futuro é sermos tudo."
Desde o tempo das descobertas, com o conhecimento de novos mundos, que colocaram Portugal como referência obrigatória, sempre houve uma crença de perenidade e de uma missão civilizadora. Daí Fernando Pessoa, como o fizera Vieira, procurar atestar a sua grandiosidade e o valor simbólico do seu papel na civilização ocidental, acreditando no mito do Quinto Império. Ao longo da Mensagem, sobretudo da terceira parte, Pessoa exprime a sua conceção messiânica da história e sente-se investido no cargo de anunciador do Quinto Império, que não precisa de ser material, mas civilizacional.

* SALVÉ MESTRE HENRIQUE de SAGRES *
VIVA A PÁTRIA!

O MOSTRENGO

O mostrengo que está no fim do mar...
Na noite de breu ergueu-se a voar;
A roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,
E disse: «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo:
«El-Rei D. João Segundo!»

«De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo, e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso.
«Quem vem poder o que só eu posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse:
«El-Rei D. João Segundo!»

Três vezes do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer três vezes:
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!»

Fernando Pessoa, Mensagem, 1934

Mapa Português de 1585 - Biblioteca Nacional de Paris

Este é um dos muitos mapas portugueses que se encontram no Museu Nacional de Paris. Neste mapa pode-se ver as bandeiras portuguesas das quinas e com a Cruz de Cristo no Canadá, Brasil, África, Ásia e ilhas do Índico.

Podemos "agradecer" às invasões napoleónicas por nos terem roubado tantos documentos valiosos... e aos nossos "amigos" ingleses por terem deixado os franceses irem embora carregadinhos de tesouros.
"CÓDIGO LINGUÍSTICO HIEROGLÍFICO LUSIBÉRICO"

Uma das maiores descobertas linguísticas de todos os tempos! Do grande mestre, Prof. Marcelino Luís-Pereira, da Universidade de Coimbra.

Pela primeira vez editada em livro....

“O Código Linguístico Hieroglífico Lusibérico demonstra que a Língua Portuguesa Ibérica (Galaico Duriense) foi a primeira Língua do Mundo de onde derivaram dialecticamente todas as outras Línguas que localmente se diferenciaram.
Vestígios arqueológicos comprovam a veracidade do código. Os hieróglifos de Foz Côa são registos dos Povos Ibéricos descidos com os seus rebanhos no Neolítico, ou mesmo Paleolítico a caminho da nossa Dória, para dali, do Douro, sobretudo a partir da Régua e cale no Porto, seguirem para a Dória Grega.
A palavra ‘soprada’ ao primeiro Homem/Mulher está aqui impressa neste Código Linguístico Lusibérico. A revelação deste código abre portas até aqui esquecidas por NÓS…
A exactidão da origem da Língua reporta-nos a tempos longínquos, onde a mão do Divino nos guia e leva para o futuro prometido…” - Marcelino Luís-Pereira

Amo Portugal

AMO PORTUGAL
Amo a sua história, as suas gentes hospitaleiras, a sua cultura e tradições, os seus monumentos, as suas paisagens, as suas montanhas e vales, o seu mar e o seu céu profundo e luminoso, o seu sol e o seu clima ameno e temperado.

Amo as suas flores, os seus frutos e os seus legumes, o seu azeite e o seu vinho. Amo a sua gastronomia, para mim a melhor do mundo.
...
Temos recursos naturais infindáveis, temos paz, temos a protecção de Santa Maria, do Divino Espírito Santo e do Arcanjo São Miguel. Temos todos os motivos para nos sentirmos felizes e orgulhosos.

E porque não nos sentimos nem felizes nem orgulhosos? Porque trocámos o Ser pelo Ter, a amizade pelo interesse egoísta, a humildade pela arrogância, a simplicidade pela ostentação, o trabalho pelo ócio, o espírito de missão pelo conformismo e a inércia. Trocámos o espírito de conquista e de realização pessoal pela caça aos subsídios, a maior armadilha que nos pregaram nos últimos séculos. Como se o abandono dos campos, da agricultura, das pescas, da indústria não implicasse mais tarde a perda de emprego… e da soberania!

Portugal tem tudo para se voltar a erguer. Há que inverter a situação que nos levou ao descalabro. Há que substituir o Ter pelo Ser, a esmola pela dádiva, a mentira pela verdade, a apatia e a inércia pela vontade de realização. Há que dar um futuro aos nossos filhos e netos. Há que nos mostrarmos dignos de termos nascido em Portugal.

Para os Antigos, aqui neste extremo ocidental da Europa situava-se o mítico Jardim das Hespérides, uma espécie de Paraíso na Terra.

Aos legionários mais condecorados do Império Romano era-lhes dado o maior prémio a que podia aspirar um cidadão de Roma: reforma com inúmeras benesses na Lusitânia, o que lhes permitia viver num pequeno paraíso os seus últimos anos de vida.

E é esse paraíso que temos ao alcance das nossas mãos, sem nos consciencializarmos disso.

É hora de inverter a situação.
É hora de enfrentar a crise pela positiva.
É hora de nos mostrarmos gratos à natureza por tudo o que ela, generosamente, nos deu.
É hora de trocarmos o cifrão pelo coração, símbolo da união, da paz e do amor, mas também — e não por acaso — o símbolo de Portugal.

Eu AMO Portugal. E espero que quem me lê também o AME de coração!
Eduardo Amarante





sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O ENIGMA CRISTÓVÃO COLOMBO E O SEGREDO TEMPLÁRIO
"Parece indubitável que Cristóvão Colombo pertencia ou, pelo menos, tinha ligações estreitas com a Ordem de Cristo, herdeira natural e legítima da Ordem do Templo após esta, no século XIV, ter ficado na Europa reduzida a uma existência oculta.

Em Portugal, Colombo consultara minuciosamente os mapas dos templários de Tomar. Mas uma pergunta se põe: Como é que os templários teriam tido acesso a este extraordinário segredo que afirmava existir um outro continente do outro lado do Atlântico? Poderemos encontrar a resposta no facto de os nove cavaleiros que fundaram a primitiva Milícia de Cristo (que originou a Ordem do Templo) terem descoberto nos subterrâneos do antigo Templo de Salomão, onde se instalaram durante quase dez anos, antigos documentos que revelavam a presença de terras esquecidas no outro lado do Atlântico. Recordemos que no célebre mapa de Piri Reis constava a existência da Antárctida!

Cristóvão Colombo, cujo nome era, na realidade, Cristobal Colón, sentia-se movido por uma missão divina, já que o seu nome, provavelmente simbólico, significava o “portador de Jesus Cristo” (Christum ferens) e também o portador da luz (Christophoros) e o “repovoador” (Colón). Nessa sua missão, Colombo não descobriu a América, mas “desocultou-a” no cumprimento de uma ordem para o fazer.
Os iniciados nesta “confraria” secreta a que Colón pertencia, já conheciam a América desde há vários séculos, baseando-se em cartas de navegação e mapas do tempo dos Ptolomeus e dos romanos." - Eduardo Amarante