Meditação por Portugal

Ao Encontro da Alma Luzitana

Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.

http://www.facebook.com/#!/groups/296337117096239/

BEM VINDOS

www.portograal.no.comunidades.net


sexta-feira, 10 de maio de 2013

OS FILHOS DE NOÉ, SOBREVIVENTES DA ATLÂNTIDA, DESEMBARCARAM NA COSTA PORTUGUESA

"Segundo a tradição, existia uma civilização portentosa no meio do Oceano Atlântico que, tendo sido alvo de vários cataclismos (o primeiro ascenderia a mais ou menos 800.000 anos), desapareceu no último ocorrido há cerca de 11.500 anos. Esse desastre terrível e de dimensão universal impactou na memória dos homens sob a
s mais diversas formas. A mais conhecida (por ter sido relatada no texto sagrado do cristianismo – a Bíblia) é o mito do Dilúvio e da Arca de Noé.

... Os sobreviventes desse povo atlante, detentor de conhecimentos superiores aos do resto da humanidade, espalharam-se numa verdadeira diáspora para Oriente (nomeadamente a Europa e, posteriormente, a Ásia) e Ocidente (a América), tendo deixado inúmeros vestígios em vários locais, sobretudo próximo do litoral, sob a forma de monumentos megalíticos e, simultaneamente, transmitiram determinados conhecimentos (de agricultura, de construção, etc.) aos povos autóctones, menos evoluídos.

L Charpentier escreve a este propósito: “Torna-se natural encontrar, em todos os povos inicialmente ensinados por esse povo disperso, uma identidade de tradições, que persiste apesar das diferenças de raça, de língua e de religião. E enquanto essa tradição se mantiver nas irmandades de ofício ensinadas tradicionalmente, haverá uma base comum, princípios comuns, aplicados à erecção dos monumentos sagrados…”

Assim, e apesar da perda de memória do seu passado, o dilúvio é um assunto que está presente nos camponeses portugueses. Várias são as localidades que reclamam a fama de terem sido fundadas pelos filhos de Noé, cuja arca aportou em várias partes do país."

in Eduardo Amarante, "TEMPLÁRIOS, Vol.2 - A Génese de Portugal no Plano Peninsular e Europeu"

http://www.eduardoamarantesantos.blogspot.pt/2012/09/os-filhos-de-noe-sobreviventes-da.html
OS FILHOS DE NOÉ, SOBREVIVENTES DA ATLÂNTIDA, DESEMBARCARAM NA COSTA PORTUGUESA

 "Segundo a tradição, existia uma civilização portentosa no meio do Oceano Atlântico que, tendo sido alvo de vários cataclismos (o primeiro ascenderia a mais ou menos 800.000 anos), desapareceu no último ocorrido há cerca de 11.500 anos. Esse desastre terrível e de dimensão universal impactou na memória dos homens sob a
 s mais diversas formas. A mais conhecida (por ter sido relatada no texto sagrado do cristianismo – a Bíblia) é o mito do Dilúvio e da Arca de Noé.

 Os sobreviventes desse povo atlante, detentor de conhecimentos superiores aos do resto da humanidade, espalharam-se numa verdadeira diáspora para Oriente (nomeadamente a Europa e, posteriormente, a Ásia) e Ocidente (a América), tendo deixado inúmeros vestígios em vários locais, sobretudo próximo do litoral, sob a forma de monumentos megalíticos e, simultaneamente, transmitiram determinados conhecimentos (de agricultura, de construção, etc.) aos povos autóctones, menos evoluídos.

 L Charpentier escreve a este propósito: “Torna-se natural encontrar, em todos os povos inicialmente ensinados por esse povo disperso, uma identidade de tradições, que persiste apesar das diferenças de raça, de língua e de religião. E enquanto essa tradição se mantiver nas irmandades de ofício ensinadas tradicionalmente, haverá uma base comum, princípios comuns, aplicados à erecção dos monumentos sagrados…”

Assim, e apesar da perda de memória do seu passado, o dilúvio é um assunto que está presente nos camponeses portugueses. Várias são as localidades que reclamam a fama de terem sido fundadas pelos filhos de Noé, cuja arca aportou em várias partes do país."

 in Eduardo Amarante, "TEMPLÁRIOS, Vol.2 - A Génese de Portugal no Plano Peninsular e Europeu" 

http://www.eduardoamarantesantos.blogspot.pt/2012/09/os-filhos-de-noe-sobreviventes-da.html
PORTUGAL E A MISSÃO QUE LHE FALTA CUMPRIR
Em tempos, já os romanos, os castelhanos e os franceses, receberam amargas lições, quando nos consideraram uns “tansos”, que facilmente podiam dominar e subjugar!
Povos houve, que perderam as suas razões de existência. Simplesmente desapareceram, não passando de meras notas em livros de história, que ganham poeira em prateleiras, por já não haver quem se interesse pela sua existência.
Portugal, porém, ainda tem por cumprir a sua 3ª razão de existência e isso, em si, é já razão suficiente para não ficar de braços cruzados.
Há uma tarefa gigante para a qual a lusa gente foi preparada e esta é para ser cumprida!
... Sem isso, todo o esforço e todo o sofrimento das gerações que nos antecederam terá sido em vão.
Para podermos pensar em cumprir a tarefa que nos cabe fora de portas e a nível global, temos de começar, primeiro, por fazer uma grande arrumação na nossa casa.
Mais do que isso, devemos fazê-lo individualmente nas nossas mentes!

in Rainer Daehnhardt, "Do Rapto da Europa pelo famigerado Euro ao papel de Portugal no futuro", Apeiron Edições

Ver mais em: http://www.edicoes-apeiron.blogspot.pt/
PORTUGAL E A MISSÃO QUE LHE FALTA CUMPRIR
 Em tempos, já os romanos, os castelhanos e os franceses, receberam amargas lições, quando nos consideraram uns “tansos”, que facilmente podiam dominar e subjugar!
 Povos houve, que perderam as suas razões de existência. Simplesmente desapareceram, não passando de meras notas em livros de história, que ganham poeira em prateleiras, por já não haver quem se interesse pela sua existência.
 Portugal, porém, ainda tem por cumprir a sua 3ª razão de existência e isso, em si, é já razão suficiente para não ficar de braços cruzados. 
 Há uma tarefa gigante para a qual a lusa gente foi preparada e esta é para ser cumprida!
 Sem isso, todo o esforço e todo o sofrimento das gerações que nos antecederam terá sido em vão.
 Para podermos pensar em cumprir a tarefa que nos cabe fora de portas e a nível global, temos de começar, primeiro, por fazer uma grande arrumação na nossa casa.
 Mais do que isso, devemos fazê-lo individualmente nas nossas mentes!

 in Rainer Daehnhardt, "Do Rapto da Europa pelo famigerado Euro ao papel de Portugal no futuro", Apeiron Edições

 Ver mais em: http://www.edicoes-apeiron.blogspot.pt/
CONSIDERAREM-NOS PIGS, “PORCOS”, QUE DEVEM SER EXPULSOS ACORDA FORÇAS TELÚRICAS ANCESTRAIS!
É interessante descobrir-se, que o carimbo de “porcos”, embora vindo de Bruxelas, teve origem em quem manda às escondidas no Fundo Monetário Internacional, uma famigerada organização orwelliana, que apenas serve os interesses de um grupo de elite.

Houve quem se sentasse à mesa e despejasse o seu ódio contra algumas nações, ordenando a sugestão da punição das mesmas. Os nomes que colocou num papel foram os da Grécia, Itália, Espanha e Portugal. Como velho cabalista moseísta germânico, transformado em americano, cultivou a sua aversão contra os que considera indisciplinados. Nunca suportou os gregos; despreza os italianos e considera a Espanha e Portugal, bem como todos os “latinos” em geral, potenciais desordeiros, a necessitarem de trela curta!

... Brincando com os nomes destas nações, pelas leis dos anagramas, serviu-se apenas da primeira letra de cada um dos países postos no alvo e reagrupou as mesmas para que formassem algo. Saiu-lhe a palavra “PIGS” (“P” de Portugal, “I” de Italy, “G” de Greece e “S” de Spain). Deve-lhe ter causado gozo especial ter conseguido tal proeza! O seu anagrama resultou num nome de um animal, a seu ver, nojento e não comestível.

Porém, DEUS escreve direito por linhas tortas. Se olharmos para a numismática antiga, descobrimos que a representação do javali, tanto entre os gregos, como entre os romanos, os iberos e lusitanos, é das mais nobres representações de animais, apenas comparável com a representação do cavalo.

Na Lusitânia, a Divindade ENDOVELLICUS é representada pelo javali. Os povos celtas consideravam o javali como o expoente do culto da fertilidade, alcançada na conjunção da água e da terra, merecedora de respeito e carinho.

Se a sua ideia, introduzida pela porta do FMI, foi a de nos enxovalhar, vai-lhe sair o tiro pela culatra, porque está a acordar forças telúricas ancestrais, que ninguém consegue parar.

in Rainer Daehnhardt, "Do Rapto da Europa pelo famigerado Euro ao papel de Portugal no futuro", Apeiron Edições
CONSIDERAREM-NOS PIGS, “PORCOS”, QUE DEVEM SER EXPULSOS ACORDA FORÇAS TELÚRICAS ANCESTRAIS!
 É interessante descobrir-se, que o carimbo de “porcos”, embora vindo de Bruxelas, teve origem em quem manda às escondidas no Fundo Monetário Internacional, uma famigerada organização orwelliana, que apenas serve os interesses de um grupo de elite.

 Houve quem se sentasse à mesa e despejasse o seu ódio contra algumas nações, ordenando a sugestão da punição das mesmas. Os nomes que colocou num papel foram os da Grécia, Itália, Espanha e Portugal. Como velho cabalista moseísta germânico, transformado em americano, cultivou a sua aversão contra os que considera indisciplinados. Nunca suportou os gregos; despreza os italianos e considera a Espanha e Portugal, bem como todos os “latinos” em geral, potenciais desordeiros, a necessitarem de trela curta!

 Brincando com os nomes destas nações, pelas leis dos anagramas, serviu-se apenas da primeira letra de cada um dos países postos no alvo e reagrupou as mesmas para que formassem algo. Saiu-lhe a palavra “PIGS” (“P” de Portugal, “I” de Italy, “G” de Greece e “S” de Spain). Deve-lhe ter causado gozo especial ter conseguido tal proeza! O seu anagrama resultou num nome de um animal, a seu ver, nojento e não comestível.

 Porém, DEUS escreve direito por linhas tortas. Se olharmos para a numismática antiga, descobrimos que a representação do javali, tanto entre os gregos, como entre os romanos, os iberos e lusitanos, é das mais nobres representações de animais, apenas comparável com a representação do cavalo.

 Na Lusitânia, a Divindade ENDOVELLICUS é representada pelo javali. Os povos celtas consideravam o javali como o expoente do culto da fertilidade, alcançada na conjunção da água e da terra, merecedora de respeito e carinho.

 Se a sua ideia, introduzida pela porta do FMI, foi a de nos enxovalhar, vai-lhe sair o tiro pela culatra, porque está a acordar forças telúricas ancestrais, que ninguém consegue parar.

 in Rainer Daehnhardt, "Do Rapto da Europa pelo famigerado Euro ao papel de Portugal no futuro", Apeiron Edições
Atlântida de Platão finalmente encontrada. E esteve sempre tão perto de Portugal....

http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=56299

Atlantis and The Silver City - Peter Daughtrey

http://www.amazon.com/kindle/dp/B00AFB5MVG/ref=rdr_kindle_ext_eos_detail
See More
Mãe, Sagrada Energia Feminina, toma conta de nós, Teus filhos.
Ilumina nossos Caminhos.
Mãe, Sagrada Energia Feminina, toma conta de nós, Teus filhos.
Ilumina nossos Caminhos.
A RAIZ PRÉ-HISTÓRICA DO POVO LUSITANO
"Em Portugal, encontramos vestígios indesmentíveis das culturas pré-lusitanas, quer nos monumentos megalíticos, quer nas tradições locais, relativos aos cultos solsticiais .
Este povo, que erigiu monumentais blocos de pedra, com uma técnica e simbologia específicas, e que muito provavelmente seria originário da então raça atlante, teria afinidades com vários outros povos importantes na época, como sejam, os tartéssios a sul e os antepassados dos vikings a norte, constituindo, desse modo, a raiz pré-histórica do povo luso…" - Eduardo Amarante

"TEMPLÁRIOS, Vol.2 - A Génese de Portugal no Plano Peninsular e Europeu", Eduardo Amarante
A RAIZ PRÉ-HISTÓRICA DO POVO LUSITANO
 "Em Portugal, encontramos vestígios indesmentíveis das culturas pré-lusitanas, quer nos monumentos megalíticos, quer nas tradições locais, relativos aos cultos solsticiais .
 Este povo, que erigiu monumentais blocos de pedra, com uma técnica e simbologia específicas, e que muito provavelmente seria originário da então raça atlante, teria afinidades com vários outros povos importantes na época, como sejam, os tartéssios a sul e os antepassados dos vikings a norte, constituindo, desse modo, a raiz pré-histórica do povo luso…" - Eduardo Amarante

 "TEMPLÁRIOS, Vol.2 - A Génese de Portugal no Plano Peninsular e Europeu", Eduardo Amarante




PORTUGAL NÃO CABE NA EUROPA!
A alma de Portugal será sempre grande demais!
Uma Europa Unida não se constrói destruindo, mas aceitando as diferenças que são uma mais-valia para todos.
Por detrás das manipulações político-financeiras internacionais, descobre-se que uma Pseudo-União Europeia não é nem união nem europeia, mas um pantanal, onde as mais diversas pontas de flechas de interesses não europeus, mas globalistas, se digla- diam e a manobram conforme as suas conveniências.
Para Portugal poder cumprir o seu papel na Europa, vai ter de sair da União Europeia e também do Euro, pois este foi o maior roubo que alguma vez se deu na História.
... Portugal tem potencial para se livrar das dívidas feitas em seu nome. Precisamos é de nos livrar das sanguessugas que nos devoram diariamente e, de forma pacífica, lutar para que Portugal volte a estar em mãos lusas. O resto é trabalho!

in Rainer Daehnhardt, "Do Rapto da Europa pelo famigerado Euro ao papel de Portugal no futuro", Apeiron edições

Ver mais em: http://www.edicoes-apeiron.blogspot.pt/

 
Portugal é um ponto de referência geográfico e de registo cultural da Alma Lusa, mas as Almas Lusas estão espalhadas pelo mundo. Ou melhor dito, as Almas Lusas são Almas com identificação a um certo nível de evolução no Ether energético do Universo.
 
PORTUGAL NÃO CABE NA EUROPA! 
A alma de Portugal será sempre grande demais!
Uma Europa Unida não se constrói destruindo, mas aceitando as diferenças que são uma mais-valia para todos. 
Por detrás das manipulações político-financeiras internacionais, descobre-se que uma Pseudo-União Europeia não é nem união nem europeia, mas um pantanal, onde as mais diversas pontas de flechas de interesses não europeus, mas globalistas, se digla- diam e a manobram conforme as suas conveniências. 
Para Portugal poder cumprir o seu papel na Europa, vai ter de sair da União Europeia e também do Euro, pois este foi o maior roubo que alguma vez se deu na História. 
Portugal tem potencial para se livrar das dívidas feitas em seu nome. Precisamos é de nos livrar das sanguessugas que nos devoram diariamente e, de forma pacífica, lutar para que Portugal volte a estar em mãos lusas. O resto é trabalho! 

in Rainer Daehnhardt, "Do Rapto da Europa pelo famigerado Euro ao papel de Portugal no futuro", Apeiron edições

Ver mais em: http://www.edicoes-apeiron.blogspot.pt/