Meditação por Portugal

Ao Encontro da Alma Luzitana

Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.

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BEM VINDOS

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domingo, 23 de junho de 2013

 
• Porque estamos aqui, gostamos, desesperamos, temos vontades e raivas. • Neste chão, nos mares da diáspora ou em qualquer margem de terra onde se sinta em português, conversamos, descobrimos e conhecemos.
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PORTADOR DA SEMENTE DO QUINTO IMPÉRIO
 

“O Português com “P” grande, dee cabeça le...vantada, orgulha-se da sua identidade! Tem uma alma enorme e considera a Europa pequena demais, para nela, exclusivamente, se albergar. Sente-se em casa, não apenas na embocadura do Tejo, mas também junto ao Amazonas, ao Rio das Pérolas e ao Mandovi. Abraça todos aqueles que ainda se identificam com a lusa gente, independentemente do que dizem os seus passaportes, as suas religiões ou cor de pele. Sem se dar conta disso, é portador da semente do Quinto Império, que é espiritual e não temporal. Sem limitações geográficas, consegue dar-se bem com todos e construir algo de belo em conjunto.

Não há povo mais escolhido do que o Português, com “P” bem grande, para guiar os sobreviventes da Humanidade e permitir a coexistência pacífica, sem algemas!” –

in Rainer Daehnhardt, "Identidade Portuguesa - Por Que a Defendo"

Consultar: http://www.edicoes-apeiron.blogspot.pt/p/eventos.html
Castelo Dos Mouros - Sintra - Portugal

"A lenda de Melides"

Após a conquista de Santarém, o rei D. Afonso Henriques impôs um cerco a Lisboa, que se estendeu por três meses. Embora o Castelo de Sintra tenha se entregue voluntariamente após a queda de Lisboa, reza a lenda que, nessa ocasião, receoso de um ataque de surpresa às suas forças, por parte dos mouros de Sintra, o soberano incumbiu D. Gil, um cavaleiro templário, que formasse um grupo com vinte homens da mais estrita confiança, para secretamente ali irem observar o movimento inimigo, prevenindo-se ao mesmo tempo de um deslocamento dos mouros de Lisboa, via Cascais, pelo rio Tejo até Sintra. Os cruzados colocaram-se a caminho sigilosamente. Para evitar serem avistados, viajaram de noite, ocultando-se de dia, pelo caminho de Torres Vedras até Santa Cruz, pela costa até Colares, buscando ainda evitar Albernoz, um temido chefe mouro de Colares, que possuía fama de matador de cristãos. En...tre Colares e o Penedo, Nossa Senhora apareceu aos receosos cavaleiros e lhes disse: "Não tenhais medo porque ides vinte mas ides mil, mil ides porque ides vinte."
Desse modo, cheios de coragem porque a Senhora estava com eles, ao final de cinco dias de percurso confrontaram o inimigo, derrotando-o e conquistando o Castelo dos Mouros. Em homenagem a este feito foi erguida a Capela de Nossa Senhora de Melides

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PortusGraal!
Terra de Misterios!
– E a independência da Lusitânia, desta desditosa Pátria nossa amada?
– Completamente perdida! – respondeu o druida desalentado.
– Perdida, mas não para sempre, – proferiu Lísia, com um acento de vivacidade e esperança. – Quero ver a Espada de Viriato! É o que me resta do Esposo com quem estive sempre espiritualmente unida.
E pai e filha encaminharam-se para o subterrâneo da Torre redonda, em que se guardava o tesouro da Lusitânia. Lísia reconheceu a Espada.
E como se estivesse num delírio suave, ao levar a Espada aos lábios, o brilho da lâmina de aço reflectiu-se nos olhos grandes e rasos de lágrimas, e operou-se no seu espírito uma miragem do futuro.
... Então Lísia, voltando a lâmina refulgente, contemplou com mais assombro:
– A Lusitânia livre, depois de reconstituída no seu solo, reata a tradição dos antigos navegadores ligúricos, e lança-se à descoberta das Ilhas do Mar Tenebroso, e tocando os dois continentes, vai fundar um novo Império lá aonde o sol se alevanta! É ainda a Espada de Viriato na mão firme do seu Capitão terribil, que cimenta esse Império em bases inabaláveis, em que se mantém por séculos! Para quê prescrutar tanto o futuro? A Lusitânia revive...”
Lísia entregou a Espada de Viriato ao velho druida para a guardar no tesouro secreto da Ilha de Achale.

in "Viriato - História de uma Epopeia Lusitana", Teófilo Braga
A FORÇA FOI DIVINA
Em ondas brancas e mareantes
Que no longínquo se formam ondulantes.
A convidar os navegantes.
Zarpam os lusitanos argonautas.
... Ao som de melodiosas flautas.
No azul do Céu, os anjos.
E todos os arcanjos.
Vigiam as caravelas
Com a Cruz de Cristo em suas velas.
E mais alto, no azul das Divindades.
As Celestiais Santidades.
Abençoam o Luso empreendimento.
De dar do mundo cabal conhecimento.
Homens, velas e os elementos.
Quantos tormentos.
Cerúleo de azul calmaria.
Ó Virgem Maria.
Sopra à vela alguma ventania.
Que a bom rumo seja capitania.
Céu de argênteo tenebroso.
Mar alteroso.
Mas no topo da mastreação
Que irá alargar a Lusa Nação.
E dar o mundo navegado.
E ao todo do mundo chegado.
Formas Divinas continuam em aclamação.
Incentivando e apoiando a Lusa navegação.
Protegidas pelo manto de tanta Divindade.
É Lusa obrigatoriedade
Que as Lusas caravelas singrem os mares.
Na construção de dar ao mundo melhores altares.
Sendo Terra de Promissão e Demanda, Sintra conteve e contém um itinerário geográfico demarcando um caminho santo cujos passos de realização individual e colectiva, na transformação da vida-energia em vida-consciência que é a Iniciação Verdadeira, desfecham na Cruz Alta, no topo da Serra, a quem o Professor Henrique José de Souza chamou significativamente de Pico do Graal. O Aro Iniciático de Sintra, configurando a sua geografia sagrada, está assinalado por sete lugares distintos e mais um oitavo síntese: Castelo dos Mouros (Sol – Igreja de São Miguel); Santa Eufêmia da Serra (Lua – Capela da Senhora do Ó e Santa Eufêmia); Paço Real (Marte – Igreja de São Martinho); Seteais (Mercúrio – Capela e Palácio da Regaleira); Jardim da Pena (Júpiter – Capela e Palácio da Pena); Lagoa Azul (Vénus – Palácio e Capela da Penha Longa); São Saturnino da Peninha (Saturno – Capelas de São Saturnino e Nossa Senhora da Peninha); Quinta da Trindade (Síntese – Igreja da Santíssima Trindade).

http://lusophia.wordpress.com/2011/03/