Meditação por Portugal

Ao Encontro da Alma Luzitana

Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Salve, berço do nome lusitano!
Nesta manhã solene.
Que, em volver de ano e ano,
Jamais acabará que a apague o tempo
Da saudosa memória;
... Nesta manhã de glória
A ti veio, a ti venho, asilo santo
Da lusitana antiga liberdade.

Tuas lobregas cavernas
Me serão templo augusto e sacrossanto,
Aonde da Razão e da Verdade
Celebrarei a festa.

Ouça-me o vale, o outeiro,
Escute-me a floresta
Aonde do seguro azambujeiro
Seus cajados cortavam
Os pastores de Luso,
Que a defender a pátria e a liberdade
Nesses tempos bastavam
De honra e lealdade.

- Almeida Garrett, Viriato
Ó vós, q´Amor obriga a ser sujeitos

A diversas vontades, quando lerdes

N´um breve livro, casos tão diversos,
...
Verdades puras, e não defeitos;

Entendei que, segundo Amor tiverdes,

Tereis o entendimento dos meus verso.

Camões – Os Lusíadas
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Ó vós, q´Amor obriga a ser sujeitos
 
A diversas vontades, quando lerdes
 
N´um breve livro, casos tão diversos,
 
Verdades puras, e não defeitos;
 
Entendei que, segundo Amor tiverdes,
 
Tereis o entendimento dos meus verso.
 
Camões – Os Lusíadas
RESISTÊNCIA LUSITANA
"Resistir foi sempre o apanágio de alguns poucos homens que, com visão e voluntariedade, souberam lutar em momentos cruciais pelos seus ideais e, com esse gesto, viriam a fundar séculos mais tarde Portugal. Começou com Viriato, chefe lusitano..."
Os lusitanos eram o povo mais aguerrido e numeroso de todos os que habitavam a zona mais ocidental da Península antes da chegada dos
romanos.
Espírito belicoso, valentia na guerra, modo de vida simples, costumes frugais, respeito pela instituição familiar, consideração pelos anciãos e uma forte religiosidade eram características sempre presentes entre o povo lusitano que, inclusivamente, chamava a atenção dos escritores gregos Políbio[1] e Possidónio[2] que serviram de fontes para Estrabão.
... Foi a partir deste novo momento histórico que se veio a travar a mais cruel das batalhas da sobrevivência do povo lusitano que, com sacrifício, sofrimento, mas também com muita vontade de vencer, iria aprender a mais dura das lições: o preço da sua vida em prol de uma causa, a saber, a defesa da sua identidade própria ameaçada por um novo agressor bem mais poderoso e a quem não desejaria ficar subjugado – Roma.

In Eduardo Amarante, "Templários", Vol. 2
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RESISTÊNCIA LUSITANA
 "Resistir foi sempre o apanágio de alguns poucos homens que, com visão e voluntariedade, souberam lutar em momentos cruciais pelos seus ideais e, com esse gesto, viriam a fundar séculos mais tarde Portugal. Começou com Viriato, chefe lusitano..."
 Os lusitanos eram o povo mais aguerrido e numeroso de todos os que habitavam a zona mais ocidental da Península antes da chegada dos
 romanos.
 Espírito belicoso, valentia na guerra, modo de vida simples, costumes frugais, respeito pela instituição familiar, consideração pelos anciãos e uma forte religiosidade eram características sempre presentes entre o povo lusitano que, inclusivamente, chamava a atenção dos escritores gregos Políbio[1] e Possidónio[2] que serviram de fontes para Estrabão.
 Foi a partir deste novo momento histórico que se veio a travar a mais cruel das batalhas da sobrevivência do povo lusitano que, com sacrifício, sofrimento, mas também com muita vontade de vencer, iria aprender a mais dura das lições: o preço da sua vida em prol de uma causa, a saber, a defesa da sua identidade própria ameaçada por um novo agressor bem mais poderoso e a quem não desejaria ficar subjugado – Roma.
 
In Eduardo Amarante, "Templários", Vol. 2
TEMPLÁRIOS, HERDEIROS DA SABEDORIA ATLANTE

"Segundo tradições antigas, os atlantes ou os seus descendentes, após o grande cataclismo, teriam deixado em todo o Ocidente, não muito longe da costa, sinais escritos e construções megalíticas que coincidiam com linhas, caminhos ou vias, legando dessa forma uma indicação e, sobretudo, um ensinamento que, mais tarde, veio a ser descoberto e interpretado
pelos druidas que, instruídos nessa via, puderam assim utilizá-lo. Esse conhecimento terá sido legado, posteriormente, à Ordem de Cister e, através dela, aos Cavaleiros da Milícia de Cristo, isto é, aos templários."

"TEMPLÁRIOS", vol. 1, Eduardo Amarante
TEMPLÁRIOS, HERDEIROS DA SABEDORIA ATLANTE
 
"Segundo tradições antigas, os atlantes ou os seus descendentes, após o grande cataclismo, teriam deixado em todo o Ocidente, não muito longe da costa, sinais escritos e construções megalíticas que coincidiam com linhas, caminhos ou vias, legando dessa forma uma indicação e, sobretudo, um ensinamento que, mais tarde, veio a ser descoberto e interpretado 
pelos druidas que, instruídos nessa via, puderam assim utilizá-lo. Esse conhecimento terá sido legado, posteriormente, à Ordem de Cister e, através dela, aos Cavaleiros da Milícia de Cristo, isto é, aos templários."
 
"TEMPLÁRIOS", vol. 1, Eduardo Amarante
Gualdim Pais foi um cruzado português, Freire Templário e Cavaleiro de D. Afonso Henriques combatendo ao lado deste contra os mouros.
Partiu depois para a Palestina, onde militou durante cinco anos como Cavaleiro da Ordem dos Templários, tendo participado do cerco à cidade de Gaza.
Ao retornar, foi ordenado como quarto Grão-Mestre da Ordem em Portugal, então sediada em Soure, onde tinham castelo desde 1128 (Castelo de Soure) por doação de D. Teresa. Fundou, nessa capacidade, o Castelo de Tomar e o Convento de Cristo , que se tornou o Quartel-General dos Templários no país, dando foral à nova vila no ano de 1162.
Também fundou o Castelo de Almourol, o da Idanha, o de Ceras, o de Monsanto e o de Pombal. Deu foral a Pombal em 1174.
Cercado em 1190 em Tomar pelas forças Almóadas sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, conseguiu defender o Castelo contra esse efectivo numericamente superior, detendo assim a invasão do norte do Reino por es...ta parte.
Faleceu em Tomar no ano de 1195, e ali se encontra sepultado, na Igreja de Santa Maria dos Olivais.

http://histesct10l.blogspot.pt/2011/01/gualdim-pais.html



... Gualdim Pais era um velho companheiro de D. Afonso Henriques, que aos 21 anos tomara parte na batalha de Ourique, onde foi armado cavaleiro. Pouco depois, partiu como cruzado para a Palestina, onde permaneceu cinco anos e onde se distinguiu em várias batalhas. Foi na Palestina que ingressou na Ordem do Templo, sendo de crer que os seus feitos e a sua personalidade o tenham elevado até à mais alta hierarquia. Aí foi certamente iniciado na doutrina joanina da Ordem, tendo aí compreendido que a acção dos monges cavaleiros de Deus visava muito mais do que a defesa física dos lugares santos.

Ao regressar a Portugal, está compenetrado da missão que lhe cabe, se é que dela não foi conscientemente incumbido. Em 1158 foi investido no cargo de 6° Mestre da Ordem Templária portuguesa.

Pouco depois, a 1 de Março de 1160, D. Gualdim Pais lança os fundamentos do Castelo de Tomar, que será a Sede dos Templários.
... continuação
http://www.portograal.no.comunidades.net/index.php?pagina=1682293989
Gualdim Pais foi um cruzado português, Freire Templário e Cavaleiro de D. Afonso Henriques combatendo ao lado deste contra os mouros.
Partiu depois para a Palestina, onde militou durante cinco anos como Cavaleiro da Ordem dos Templários, tendo participado do cerco à cidade de Gaza.
Ao retornar, foi ordenado como quarto Grão-Mestre da Ordem em Portugal, então sediada em Soure, onde tinham castelo desde 1128 (Castelo de Soure) por doação de D. Teresa. Fundou, nessa capacidade, o Castelo de Tomar e o Convento de Cristo , que se tornou o Quartel-General dos Templários no país, dando foral à nova vila no ano de 1162.
Também fundou o Castelo de Almourol, o da Idanha, o de Ceras, o de Monsanto e o de Pombal. Deu foral a Pombal em 1174.
Cercado em 1190 em Tomar pelas forças Almóadas sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al-Mansur, conseguiu defender o Castelo contra esse efectivo numericamente superior, detendo assim a invasão do norte do Reino por esta parte.
Faleceu em Tomar no ano de 1195, e ali se encontra sepultado, na Igreja de Santa Maria dos Olivais.

http://histesct10l.blogspot.pt/2011/01/gualdim-pais.html


... Gualdim Pais era um velho companheiro de D. Afonso Henriques, que aos 21 anos tomara parte na batalha de Ourique, onde foi armado cavaleiro. Pouco depois, partiu como cruzado para a Palestina, onde permaneceu cinco anos e onde se distinguiu em várias batalhas. Foi na Palestina que ingressou na Ordem do Templo, sendo de crer que os seus feitos e a sua personalidade o tenham elevado até à mais alta hierarquia. Aí foi certamente iniciado na doutrina joanina da Ordem, tendo aí compreendido que a acção dos monges cavaleiros de Deus visava muito mais do que a defesa física dos lugares santos. 

 Ao regressar a Portugal, está compenetrado da missão que lhe cabe, se é que dela não foi conscientemente incumbido. Em 1158 foi investido no cargo de 6° Mestre da Ordem Templária portuguesa. 

 Pouco depois, a 1 de Março de 1160,  D. Gualdim Pais lança os fundamentos do Castelo de Tomar, que será a  Sede dos Templários. 
... continuação
http://www.portograal.no.comunidades.net/index.php?pagina=1682293989

A MISSÃO DOS TEMPLÁRIOS











"A força de Mammon (dinheiro) nada pode contra a Vontade dos Povos que não perdem a sua Identidade." – Eduardo Amarante
A MISSÃO DOS TEMPLÁRIOS

 "A missão da Ordem do Templo, guardiã dos Caminhos e Lugares Santos, tinha por objectivo a constituição de um Templo interior, condição dos homens verdadeiramente livres e virtuosos, simbolizado exteriormente pelo Templo de Salomão. A nível global, os Templários tinham por finalidade o aperfeiçoamento moral e espiritual da humanidade."

In Eduardo Amarante, “Templários”, vol. 1

Código Ético Templários

Photo


Código Ético Templários

Actualizada há mais de um ano

Código Ético dos Cavaleiros e Damas Templárias

ARTIGO 1º
O Templário está sempre disposto e armado para o combate usando as armas da fé.
ARTIGO 2º
Em tudo o que faz procura encontrar a honra, a fama e a honestidade.
ARTIGO 3º
Defende os pobres e os débeis.
ARTIGO 4º
Auxilia os que não se podem defender.
ARTIGO 5º
Abstém-se de fazer mal aos que não se podem defender.
ARTIGO 6º
Está sempre disponível para lutar a favor da dignidade humana.
ARTIGO 7º
Trabalha pela honra em vez de pelo lucro.
ARTIGO 8º
Nunca falta à palavra dada.
ARTIGO 9º
Defende a honra e a dignidade humana com a própria vida, preferindo ter uma morte honrosa que uma vida vergonhosa.
ARTIGO 10º
Aprende a realizar os seviços mais pesados com disponibilidade, alegria e bom agrado em favor de outros, aprendendo da humildade de Cristo.