Madalena É uma Hierarquia de Liz que fundou nos planos internos uma ordem de Mariz que guarda os selos programáticos deste país____PORTUGAL
Meditação por Portugal
Ao Encontro da Alma Luzitana
Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.
http://www.facebook.com/#!/groups/296337117096239/
BEM VINDOS
www.portograal.no.comunidades.net
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Madalena É uma Hierarquia de Liz
Madalena É uma Hierarquia de Liz que fundou nos planos internos uma ordem de Mariz que guarda os selos programáticos deste país____PORTUGAL
Quinto Império Universal.
De alma luso impregnado
... O teu corpo e o teu ser
São o luso grandioso
Que Camões desejou ver.
Eis o Império por fazer!
Eis o direito e o esquerdo unos
Como pessoa o veio dizer.
Eis a poesia e a ciência
Juntas a acontecer
És o amor e a dádiva
És a alegria e a razão
És a riqueza e a beleza
És a terra doleite e do mel
Terra de Sta. Cruz –
A prometida e a fiel
És o mundo que há de vir
És tudo ainda por cumprir
E eis que o momento já vem!
Revolução do Amor
Liberdade última e final
Tu cumprirás o Quinto Império
MARIA DE LOURDES PELICANO
De alma luso impregnado
... O teu corpo e o teu ser
São o luso grandioso
Que Camões desejou ver.
Eis o Império por fazer!
Eis o direito e o esquerdo unos
Como pessoa o veio dizer.
Eis a poesia e a ciência
Juntas a acontecer
És o amor e a dádiva
És a alegria e a razão
És a riqueza e a beleza
És a terra doleite e do mel
Terra de Sta. Cruz –
A prometida e a fiel
És o mundo que há de vir
És tudo ainda por cumprir
E eis que o momento já vem!
Revolução do Amor
Liberdade última e final
Tu cumprirás o Quinto Império
MARIA DE LOURDES PELICANO
A batalha de Ourique e o nascimento do reino de Portugal
Foi na Batalha de Ourique que nasceu o Reino português. Enfrentando os infiéis maometanos, os portugueses achavam-se grande inferioridade numérica, sendo que muitos cronistas idôneos referem-se a cem ismaelitas para cada lusitano. Nessa situação crítica, Nosso Senhor veio em auxilio dos católicos e ordenou que D. Afonso Henriques ficasse rei daquele povo.
... Bastantíssima era a tradição do aparecimento de Cristo; nosso Salvador, feito a el-rei D. Afonso Henriques, e mais, confirmando-se com os escritos de nossos autores e de muitos estrangeiros gravíssimos, para se ter certo o favor que Deus Nosso Senhor quis fazer à nação portuguesa. Mas para maior confirmação ordenou o mesmo senhor, parece que com particular providência, nos ficasse outra memória ilustríssima dessa verdade. E é uma escritura autêntica em que o mesmo rei D. Afonso jura aos santos Evangelhos como viu com os seus próprios olhos ao Salvador do mundo na forma que temos contado.
... continua
http:// www.portograal.no.comunidades.n et/index.php?pagina=1683886494
Foi na Batalha de Ourique que nasceu o Reino português. Enfrentando os infiéis maometanos, os portugueses achavam-se grande inferioridade numérica, sendo que muitos cronistas idôneos referem-se a cem ismaelitas para cada lusitano. Nessa situação crítica, Nosso Senhor veio em auxilio dos católicos e ordenou que D. Afonso Henriques ficasse rei daquele povo.
... Bastantíssima era a tradição do aparecimento de Cristo; nosso Salvador, feito a el-rei D. Afonso Henriques, e mais, confirmando-se com os escritos de nossos autores e de muitos estrangeiros gravíssimos, para se ter certo o favor que Deus Nosso Senhor quis fazer à nação portuguesa. Mas para maior confirmação ordenou o mesmo senhor, parece que com particular providência, nos ficasse outra memória ilustríssima dessa verdade. E é uma escritura autêntica em que o mesmo rei D. Afonso jura aos santos Evangelhos como viu com os seus próprios olhos ao Salvador do mundo na forma que temos contado.
... continua
http://
Antigos e Novos Templários: duas realidades, uma só missão
Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Jerusalém, Ordem do Templo, ou simplesmente, Templários. As suas origens são mais ou menos do conhecimento geral: como a própria designação escolhida indica, terão estado nos fundamentos que contribuíram para a criação dessa Ordem, Cristo e o Templo de Jerusalém. Esta premissa é praticamente incontestável, estando mais que demonstrada nos inúmeros escritos sobre a matéria, bem como na pedra dos locais por onde terão passado. O que terá levado nove cavaleiros a enveredar por esse caminho e mover as mais altas esferas do poder então vigente para levar avante a sua intenção, é outra questão que merece sem dúvida um desenvolvimento adequado e que não tem merecido um tratamento muito aprofundado por parte dos mais diversos investigadores que sobre ela se têm debruçado. O que terá levado esses cavaleiros aproveitando a entrada dos cruzados na cidade de Jerusalém pela Porta de Damasco em 1099, instalando-se no que restava do antigo Templo e fazendo uso exclusivo das suas antigas cavalariças, é assunto que por si só requer uma investigação dedicada e isenta, no sentido de se apurar o porquê da escolha desse local e a razão da permanência no mesmo, num quase absoluto sigilo, durante um período de cerca de nove anos. Certo é que esse punhado de cavaleiros procuraram então colocar-se sob protecção da Igreja dita Católica, dominante no espaço europeu e nas novas terras de Outremer entretanto conquistadas. Terão recorrido a um dos homens curiosamente na época bastante influente no seio dessa Igreja: Bernard de Clairvaux, aquele que viria a ser conhecido por São Bernardo e que não sendo oriundo de uma das designadas “ordens nobres”, seria no entanto dotado de elevados dotes de eloquência e capacidade de retórica, tendo desde cedo conquistado um lugar de destaque que lhe permitiu exercer influência em algumas importantes decisões. E uma das decisões em que participou, na sequência do pedido que lhe foi efectuado pelo pequeno grupo de cavaleiros que a ele se dirigiu, procurando ajuda para a formação da nova Ordem, foi a de colocá-los sob protecção da sua Igreja, formalizando esse acto através da atribuição de uma regra por si redigida e apresentada em 1128 no Concílio convocado pelo Papa Honório II e que decorreu em Troyes.
Mas existem vários aspectos da existência desta ordem que não se encontram devidamente esclarecidos. Presentes em praticamente todas as cruzadas, não terão no entanto participado, pelo menos activamente (como Ordem), na que foi movida contra os Cátaros (também designados por Albigenses), onde se celebrizou a infeliz sentença do então Legado do Papa Inocêncio III, que ao responder à pergunta do Comandante da força atacante relativamente ao destino a dar às mulheres, crianças e aos não Cátaros, terá ordenado, “matai-os a todos, Deus reconhecerá os seus”. E a cruzada das crianças? Que levou para a morte e escravidão cerca de 50.000 crianças que por serem puras teriam supostamente mais força no combate aos infiéis? E o que dizer da designada primeira cruzada (ou dos mendigos), juntando guerreiros, mulheres, velhos e crianças, que partiram ao encontro da morte, na resposta ao apelo de um louco que se dava pelo nome de Pedro o Eremita (não oficial, pois considera-se a 1ª oficial como consequência do Concílio de Clermont, convocado pelo papa Urbano II)? Estariam os Templários (como Ordem) de acordo com este tipo de situações? Certamente que não, pois o seu nome não aparece associado a nenhuma delas.
Uma outra questão, é a da esquadra do Templo, uma forma de projecção de força através do meio natural que é o mar. E não foi até hoje ainda bem explicado o que fazia em Calais (sim, também existe a teoria de La Rochelle), nas vésperas da detenção dos templários de França, quando supostamente deveria estar em Toulon, pronta a zarpar em caso de necessidade através do mediterrâneo levando os cavaleiros para mais uma incursão no Outremer das cruzadas. Igualmente, nunca se conheceu destino exacto das carroças, supostamente vistas a abandonar as instalações do templo de Paris na noite anterior à fatídica sexta-feira 13 de Outubro de 1307, em que foram detidos os templários de França e o Grão-Mestre Jacques de Molay (e a carga negativa ainda hoje associada a essa data não deixa de ser curiosa).
A ganância que terá movido o Rei de França, Filipe IV, com a colaboração do seu Chanceler, Guillaume de Nogaret, ao procurar apoderar-se dos bens dos templários, à semelhança do que já fizera em 1306 com os dos Judeus, terá no entanto sido potenciada por uma questão muito mais relevante, de tal forma que terá assegurado o apoio incondicional de Bertrand de Gouth, o Papa de Avignon, Clemente V. A detenção do Grão-Mestre tinha implicações muito graves, uma vez que o poder deste era imenso, só quase se comparando ao do próprio Papa, única entidade perante quem este respondia. O propósito inerente à celeridade que foi dada ao início dos interrogatórios, que terão sido conduzidos com o objectivo claro de obter a condenação de todos os Templários, abrindo assim caminho ao eventual assalto aos bens da Ordem do Templo, foi no entanto frustrado, uma vez que apenas foi conseguido o acesso (e não a posse) aos bens imóveis da Ordem. Descubra-se o destino das carroças que terão abandonado o Templo de Paris, verifique-se as rotas dos navios da esquadra do Templo, que certamente se dispersaram para que não fossem facilmente localizáveis, e certamente se encontrará uma boa parte daquilo que se costuma designar por tesouro dos templários.
Quanto ao principal motivo que levou à detenção e perseguição dos Templários, poder-se-á dizer que está intimamente ligado a uma descoberta que, em determinada altura estes terão feito. Uma terrível descoberta. Um dos grandes segredos dos Templários. Algo que não podiam de forma alguma aceitar. Uma traição, um erro, um engano. Algo que os afastou da “luz” vigente. Esta ter-se-á tornado no entanto na principal causa do seu fim, pelo menos na forma em que se apresentavam perante o mundo. A este facto não será estranha a sua recusa na veneração da imagem de Jesus na Cruz. Por esse motivo esse símbolo não estava presente nos seus templos. E também é um facto que após o seu fim como Ordem formalmente reconhecida pela Igreja dita católica, os seus templos não foram mais utilizados, com excepção daqueles entregues a outras Ordens ou entidades, mas sempre apenas após serem alvo de alterações. E assim se poderá compreender algumas das declarações patentes nos autos dos interrogatórios, arrancadas sob tortura pela inquisição.
Será importante recordar ainda aquelas que, de acordo com a tradição oral, terão sido as últimas palavras de Jacques de Molay na ilha de Paris, na fogueira onde foi queimado por ordem da inquisição em 18 de Março de 1314: “Papa Clemente... Cavaleiro Guillaume de Nogaret... Rei Filipe; Intimo-os a comparecerem perante o Tribunal do Juiz de todos nós dentro de um ano para receberdes o seu julgamento e o justo castigo. Malditos! Malditos! Malditos! Todos malditos até a décima terceira geração de suas raças!
Terá de facto existido um motivo principal que contribuiu de forma decisiva para o precipitar de todos os acontecimentos. Mas esse não será divulgado aqui. Ficam as pistas. A seu tempo, mais que não seja para que a justiça, a verdade e a dignidade sejam repostas, essa causa será de conhecimento de quem de facto esteja interessado em conhecê-la. Uma última pista: embora existam as mais diversas interpretações, será aqui de relembrar a inscrição deixada pelo abade Bérenger de Saunière na entrada da capela em Rennes-Le-Château: “Terribilis est locus iste” (“Este local é terrível”).
Autor: A. C. Costa http:// vitriolassociacaolusofona.blogs pot.pt/
Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Jerusalém, Ordem do Templo, ou simplesmente, Templários. As suas origens são mais ou menos do conhecimento geral: como a própria designação escolhida indica, terão estado nos fundamentos que contribuíram para a criação dessa Ordem, Cristo e o Templo de Jerusalém. Esta premissa é praticamente incontestável, estando mais que demonstrada nos inúmeros escritos sobre a matéria, bem como na pedra dos locais por onde terão passado. O que terá levado nove cavaleiros a enveredar por esse caminho e mover as mais altas esferas do poder então vigente para levar avante a sua intenção, é outra questão que merece sem dúvida um desenvolvimento adequado e que não tem merecido um tratamento muito aprofundado por parte dos mais diversos investigadores que sobre ela se têm debruçado. O que terá levado esses cavaleiros aproveitando a entrada dos cruzados na cidade de Jerusalém pela Porta de Damasco em 1099, instalando-se no que restava do antigo Templo e fazendo uso exclusivo das suas antigas cavalariças, é assunto que por si só requer uma investigação dedicada e isenta, no sentido de se apurar o porquê da escolha desse local e a razão da permanência no mesmo, num quase absoluto sigilo, durante um período de cerca de nove anos. Certo é que esse punhado de cavaleiros procuraram então colocar-se sob protecção da Igreja dita Católica, dominante no espaço europeu e nas novas terras de Outremer entretanto conquistadas. Terão recorrido a um dos homens curiosamente na época bastante influente no seio dessa Igreja: Bernard de Clairvaux, aquele que viria a ser conhecido por São Bernardo e que não sendo oriundo de uma das designadas “ordens nobres”, seria no entanto dotado de elevados dotes de eloquência e capacidade de retórica, tendo desde cedo conquistado um lugar de destaque que lhe permitiu exercer influência em algumas importantes decisões. E uma das decisões em que participou, na sequência do pedido que lhe foi efectuado pelo pequeno grupo de cavaleiros que a ele se dirigiu, procurando ajuda para a formação da nova Ordem, foi a de colocá-los sob protecção da sua Igreja, formalizando esse acto através da atribuição de uma regra por si redigida e apresentada em 1128 no Concílio convocado pelo Papa Honório II e que decorreu em Troyes.
Mas existem vários aspectos da existência desta ordem que não se encontram devidamente esclarecidos. Presentes em praticamente todas as cruzadas, não terão no entanto participado, pelo menos activamente (como Ordem), na que foi movida contra os Cátaros (também designados por Albigenses), onde se celebrizou a infeliz sentença do então Legado do Papa Inocêncio III, que ao responder à pergunta do Comandante da força atacante relativamente ao destino a dar às mulheres, crianças e aos não Cátaros, terá ordenado, “matai-os a todos, Deus reconhecerá os seus”. E a cruzada das crianças? Que levou para a morte e escravidão cerca de 50.000 crianças que por serem puras teriam supostamente mais força no combate aos infiéis? E o que dizer da designada primeira cruzada (ou dos mendigos), juntando guerreiros, mulheres, velhos e crianças, que partiram ao encontro da morte, na resposta ao apelo de um louco que se dava pelo nome de Pedro o Eremita (não oficial, pois considera-se a 1ª oficial como consequência do Concílio de Clermont, convocado pelo papa Urbano II)? Estariam os Templários (como Ordem) de acordo com este tipo de situações? Certamente que não, pois o seu nome não aparece associado a nenhuma delas.
Uma outra questão, é a da esquadra do Templo, uma forma de projecção de força através do meio natural que é o mar. E não foi até hoje ainda bem explicado o que fazia em Calais (sim, também existe a teoria de La Rochelle), nas vésperas da detenção dos templários de França, quando supostamente deveria estar em Toulon, pronta a zarpar em caso de necessidade através do mediterrâneo levando os cavaleiros para mais uma incursão no Outremer das cruzadas. Igualmente, nunca se conheceu destino exacto das carroças, supostamente vistas a abandonar as instalações do templo de Paris na noite anterior à fatídica sexta-feira 13 de Outubro de 1307, em que foram detidos os templários de França e o Grão-Mestre Jacques de Molay (e a carga negativa ainda hoje associada a essa data não deixa de ser curiosa).
A ganância que terá movido o Rei de França, Filipe IV, com a colaboração do seu Chanceler, Guillaume de Nogaret, ao procurar apoderar-se dos bens dos templários, à semelhança do que já fizera em 1306 com os dos Judeus, terá no entanto sido potenciada por uma questão muito mais relevante, de tal forma que terá assegurado o apoio incondicional de Bertrand de Gouth, o Papa de Avignon, Clemente V. A detenção do Grão-Mestre tinha implicações muito graves, uma vez que o poder deste era imenso, só quase se comparando ao do próprio Papa, única entidade perante quem este respondia. O propósito inerente à celeridade que foi dada ao início dos interrogatórios, que terão sido conduzidos com o objectivo claro de obter a condenação de todos os Templários, abrindo assim caminho ao eventual assalto aos bens da Ordem do Templo, foi no entanto frustrado, uma vez que apenas foi conseguido o acesso (e não a posse) aos bens imóveis da Ordem. Descubra-se o destino das carroças que terão abandonado o Templo de Paris, verifique-se as rotas dos navios da esquadra do Templo, que certamente se dispersaram para que não fossem facilmente localizáveis, e certamente se encontrará uma boa parte daquilo que se costuma designar por tesouro dos templários.
Quanto ao principal motivo que levou à detenção e perseguição dos Templários, poder-se-á dizer que está intimamente ligado a uma descoberta que, em determinada altura estes terão feito. Uma terrível descoberta. Um dos grandes segredos dos Templários. Algo que não podiam de forma alguma aceitar. Uma traição, um erro, um engano. Algo que os afastou da “luz” vigente. Esta ter-se-á tornado no entanto na principal causa do seu fim, pelo menos na forma em que se apresentavam perante o mundo. A este facto não será estranha a sua recusa na veneração da imagem de Jesus na Cruz. Por esse motivo esse símbolo não estava presente nos seus templos. E também é um facto que após o seu fim como Ordem formalmente reconhecida pela Igreja dita católica, os seus templos não foram mais utilizados, com excepção daqueles entregues a outras Ordens ou entidades, mas sempre apenas após serem alvo de alterações. E assim se poderá compreender algumas das declarações patentes nos autos dos interrogatórios, arrancadas sob tortura pela inquisição.
Será importante recordar ainda aquelas que, de acordo com a tradição oral, terão sido as últimas palavras de Jacques de Molay na ilha de Paris, na fogueira onde foi queimado por ordem da inquisição em 18 de Março de 1314: “Papa Clemente... Cavaleiro Guillaume de Nogaret... Rei Filipe; Intimo-os a comparecerem perante o Tribunal do Juiz de todos nós dentro de um ano para receberdes o seu julgamento e o justo castigo. Malditos! Malditos! Malditos! Todos malditos até a décima terceira geração de suas raças!
Terá de facto existido um motivo principal que contribuiu de forma decisiva para o precipitar de todos os acontecimentos. Mas esse não será divulgado aqui. Ficam as pistas. A seu tempo, mais que não seja para que a justiça, a verdade e a dignidade sejam repostas, essa causa será de conhecimento de quem de facto esteja interessado em conhecê-la. Uma última pista: embora existam as mais diversas interpretações, será aqui de relembrar a inscrição deixada pelo abade Bérenger de Saunière na entrada da capela em Rennes-Le-Château: “Terribilis est locus iste” (“Este local é terrível”).
Autor: A. C. Costa http://
Algumas reflexões sobre Portugal
Cumpriram-se os Mares, o Império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal!
Acorda Povo Português!...
Povo Português, nobre nação lusa, acorda e sopra os teus tão desejados ventos internos, há muito dissipados para outras paragens.
Acorda o chakra cardíaco Português, para que a chama da vitória possa brotar de novo.
O povo Português nunca deixou de estar, sempre esteve e estará, apenas necessita de um empurrão para poder acordar da sonolência profunda em que se deixou mergulhar.
Partindo de uma análise, atenta, ao Hino Nacional de Portugal, divinamente inspirado por Henrique Lopes de Mendonça na letra, e Alfredo Keil na Música, percebe-se claramente, por entre palavras lusitanas todos os moldes que têm delineado o destino do Pais, quer no seu passado, presente e futuro.
Toda a missão de Portugal, assim como seus desafios e dificuldades, encontram-se expressos no Hino Nacional Português como uma mensagem clara, objectiva e aberta a todos que estejam interessados em lê-la com maior profundidade.
O curioso, é que a profundidade do Hino é de tal forma, que pelo seu carácter bélico (“às armas”), visto pelos olhos de algumas mentes humanas, tentou-se acabar com ele, chegando mesmo o caso ter ido à Assembleia da Republica. Mas nada em contrário foi feito para o anular, e o Hino ainda continua oficial, até todos os Portugueses o entenderem e integrá-lo em suas vidas quotidianas.
“Às armas” refere-se ao erguer de um povo, nobre nação de espírito, vigor no sangue luso, que só precisa de acreditar um pouco mais em si; e quando se diz “contra os canhões marchar, marchar” significa que tem que se lutar contra a apatia, inércia, pacatez, inveja, falta de auto confiança, que simplesmente, deixamos que toma-se conta da nossa alma lusa, guerreira, que tão bem nos caracterizou no passado.
Não é à toa que, quando o povo Português se envolve de corpo e alma, em causas sejam elas quais forem, o que mais sobressai é uma enorme unidade, força, vigor e competência.
Significa que temos as qualidades, mas não as usamos diariamente, uma vez que as provações exteriores têm tentado diminuir a nossa fé.
Nas primeiras quatro estrofes do Nosso Hino “A Portuguesa”, podemos observar e sentir toda a força de um império, que nunca deixou de estar connosco, que reside em cada célula e ADN luso.
Se observado numa perspectiva, quiçá metafísica, impõe-se até como profético, adivinhador e indicador de todos os passos a dar para vencer todo e qualquer “eco de uma afronta”. O punho de Henrique Lopes de Mendonça parecia movido por forças divinas visionárias, que pretendiam mostrar a todo o Português, o caminho a seguir, e anunciar as suas qualidades como também os defeitos a serem vencidos. “Desfralda a Invicta Bandeira” como quem diz, retoma o bom senso, acorda dessa sonolência agoirante, que te tem amarrado numa depressão profunda, e “À luz viva do teu céu”, “Brade a Europa à terra inteira”, e grita ainda mais: “Portugal não pereceu”.
Esta força adormecida, que tanto se fala, tem mais do que nunca que renascer, e só poderá renascer quando Portugal permitir recuperar a sua falta de amor, auto-estima, para que desta forma, se possa curar o ego ferido, ao longo destes últimos séculos da nossa história.
Necessitamos das “brumas da memória”, ou seja da força do passado, passado esse, que jamais poderá ser desprezado, ou até mesmo esquecido uma vez que se tem que partir dele, para requalificar o presente e moldar o futuro.
O passado ensina-nos, o presente constrói-se e o futuro é a união dos dois!
Toda a conjuntura actual portuguesa retrata, toda a queda dos odres velhos que têm que cair, para que possa nascer vinho novo.
Toda uma consciência lusitana terá que ser modificada, para que um novo país possa nascer. Essa consciência já se encontra em fase de requalificação, tem sido feita, através do sofrimento, miséria, ruína de toda uma postura inerte, seca de onde já não provem mais frutos.
Dai, estarmos a assistir a toda uma série de calamidades, sejam elas de natureza ambiental, social, politica. Esta Nação Lusa, é dotada de esplendor, vigor, fertilidade, força, mas que constantemente se despreza, acreditando mais nas coisas que vêm do exterior, do que nas coisas maravilhosas que temos no nosso interno.
Como pode esta situação ter chegado até este ponto? Se a causa é realmente a falta de auto estima, então o problema está solucionado, basta mudar-nos o nosso foco consciencial e a nossa maneira depreciativa de nos observarmos.
Portugal é uma país crístico, como dita a Carta da Fundação de Portugal, passível de ser lida por todos, basta dirigimo-nos à Torre do Tombo e ter realmente interesse em aprofundar e conhecer um pouco mais de nós mesmos, da nossa própria História.
Nesta mesma Carta, na qual D. Afonso Henriques (escrita ou não por seu punho, não interessa, pois o que importa aqui é o relato em si, o que se pode concluir dele) perante nomes ilustres da época, conta que viu Jesus Cristo, e este lhe ordenou a formação de Portugal: “ e quero em ti e teus descendentes fundar em mim um império por cujo o meio seja meu nome anunciado entre nações mais estranhas” e “ para que teus sucessores conheçam quem lhe deu o Reino, comporás o Escudo de tuas armas do prego com que eu remi o género humano daquele que fui comprado por judeus e será reino para mim santificado puro por fé e amado por piedade”.
Como um dos sete países cristicos (entres os quais encontra-se o Peru, e Israel,) ou seja criado por ordenança cristica, “Portugal não pereceu” nem pode perecer, uma vez que tem um papel fundamental no que respeita à ascensão da própria Europa, onde se situa, e além dela.
Todas as calamidades, que o País tem enfrentado, representam um chamamento divino, para que realmente se cumpra o que há muito se encontra designado nos arautos celestiais.
Dai, toda a estrutura económica, politica e social ter vindo a sofrer rupturas atrás de rupturas. O mesmo se poderá também dizer em relação às calamidades naturais que tê m fustigado o País, ano após ano. É toda uma estrutura consciencial, que faz com que a natureza também dê os seus sinais de protesto, como se de mais um aviso de tratasse com o intuito de acordar a chama trina portuguesa.
Não só de Jesus Cristo, o Filho do Criador, Portugal goza de protecção, se olharmos com atenção o Hino, observamos que no quinto verso, trigésima segunda estrofe, há uma chamada de atenção relativamente à energia feminina da Mãe Divina, que por sua vez, tem vindo a cobrir com o seu manto todo o território Português, impedindo que catástrofes aflorem e devastem o País.
Isto é curioso, no sentido que pela primeira vez na história da Terra a energia feminina da Mãe Divina (intuição, calma, amor, paz) está a ser derramada por todo o planeta e por todo o Homem, uma vez que até então a que mais sobressaia era a energia masculina (racionalidade em demasia, lutas, guerras, impaciência).
Muitas já foram as ocorrências que sucederam, como alguns terramotos, ao largo da costa portuguesa, que tentaram “injuriar a sorte lusitana”.
A batalha, que Portugal enfrenta hoje, não é mais contra os infiéis, não se trata de lutar mais contra os mouros, mas trata-se sim da necessidade urgente de uma requalificação consciencial da própria nação lusa.
Os “canhões” de hoje não são mais as armas bélicas, mas sim a falta de amor, união, inércia, pacatez, que teimam em atrasar um desígnio maior que Deus tem, como missão, para Portugal.
Pela sua própria força interna, dinamismo, confiança e obviamente por toda uma sustentação energética superior, que confiou à genética do povo Português, a elevação consciencial dos restantes povos da Europa, Portugal tem tudo para ir em frente com sua missão.
É um volte face que terá que ser dado, sendo o que está aqui em causa não é mais um conquista territorial, defesa do território, mas sim toda uma imagem, postura de confiança perante o mundo nos seus mais diversos cenários.
Alguma dessa mesma força interna, tem vindo a querer brotar, e é notório que quando o País e os Portugueses se juntam em prol de algo (Euro 2004/Timor-Leste) saí-se vitorioso, dignificante uma vez que naqueles momentos, nada mais existe a não ser a força da alma lusa.
Alguns cargos de representação internacional têm sido ocupados por Portugueses, sendo este, mais um “sinal de ressurgir” do que realmente se pretende, ou seja lavar a imagem da alma lusitana além fronteiras com o intuito de recuperar a dita auto confiança.
Só é preciso que todos nós colaboremos.
Está nas nossas mãos o destino da nação, cabe a nós decidirmos o que fazer com ele!
J.M.A
http:// www.escoladesananda.com/
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Povo Português, nobre nação lusa, acorda e sopra os teus tão desejados ventos internos, há muito dissipados para outras paragens.
Acorda o chakra cardíaco Português, para que a chama da vitória possa brotar de novo.
O povo Português nunca deixou de estar, sempre esteve e estará, apenas necessita de um empurrão para poder acordar da sonolência profunda em que se deixou mergulhar.
Partindo de uma análise, atenta, ao Hino Nacional de Portugal, divinamente inspirado por Henrique Lopes de Mendonça na letra, e Alfredo Keil na Música, percebe-se claramente, por entre palavras lusitanas todos os moldes que têm delineado o destino do Pais, quer no seu passado, presente e futuro.
Toda a missão de Portugal, assim como seus desafios e dificuldades, encontram-se expressos no Hino Nacional Português como uma mensagem clara, objectiva e aberta a todos que estejam interessados em lê-la com maior profundidade.
O curioso, é que a profundidade do Hino é de tal forma, que pelo seu carácter bélico (“às armas”), visto pelos olhos de algumas mentes humanas, tentou-se acabar com ele, chegando mesmo o caso ter ido à Assembleia da Republica. Mas nada em contrário foi feito para o anular, e o Hino ainda continua oficial, até todos os Portugueses o entenderem e integrá-lo em suas vidas quotidianas.
“Às armas” refere-se ao erguer de um povo, nobre nação de espírito, vigor no sangue luso, que só precisa de acreditar um pouco mais em si; e quando se diz “contra os canhões marchar, marchar” significa que tem que se lutar contra a apatia, inércia, pacatez, inveja, falta de auto confiança, que simplesmente, deixamos que toma-se conta da nossa alma lusa, guerreira, que tão bem nos caracterizou no passado.
Não é à toa que, quando o povo Português se envolve de corpo e alma, em causas sejam elas quais forem, o que mais sobressai é uma enorme unidade, força, vigor e competência.
Significa que temos as qualidades, mas não as usamos diariamente, uma vez que as provações exteriores têm tentado diminuir a nossa fé.
Nas primeiras quatro estrofes do Nosso Hino “A Portuguesa”, podemos observar e sentir toda a força de um império, que nunca deixou de estar connosco, que reside em cada célula e ADN luso.
Se observado numa perspectiva, quiçá metafísica, impõe-se até como profético, adivinhador e indicador de todos os passos a dar para vencer todo e qualquer “eco de uma afronta”. O punho de Henrique Lopes de Mendonça parecia movido por forças divinas visionárias, que pretendiam mostrar a todo o Português, o caminho a seguir, e anunciar as suas qualidades como também os defeitos a serem vencidos. “Desfralda a Invicta Bandeira” como quem diz, retoma o bom senso, acorda dessa sonolência agoirante, que te tem amarrado numa depressão profunda, e “À luz viva do teu céu”, “Brade a Europa à terra inteira”, e grita ainda mais: “Portugal não pereceu”.
Esta força adormecida, que tanto se fala, tem mais do que nunca que renascer, e só poderá renascer quando Portugal permitir recuperar a sua falta de amor, auto-estima, para que desta forma, se possa curar o ego ferido, ao longo destes últimos séculos da nossa história.
Necessitamos das “brumas da memória”, ou seja da força do passado, passado esse, que jamais poderá ser desprezado, ou até mesmo esquecido uma vez que se tem que partir dele, para requalificar o presente e moldar o futuro.
O passado ensina-nos, o presente constrói-se e o futuro é a união dos dois!
Toda a conjuntura actual portuguesa retrata, toda a queda dos odres velhos que têm que cair, para que possa nascer vinho novo.
Toda uma consciência lusitana terá que ser modificada, para que um novo país possa nascer. Essa consciência já se encontra em fase de requalificação, tem sido feita, através do sofrimento, miséria, ruína de toda uma postura inerte, seca de onde já não provem mais frutos.
Dai, estarmos a assistir a toda uma série de calamidades, sejam elas de natureza ambiental, social, politica. Esta Nação Lusa, é dotada de esplendor, vigor, fertilidade, força, mas que constantemente se despreza, acreditando mais nas coisas que vêm do exterior, do que nas coisas maravilhosas que temos no nosso interno.
Como pode esta situação ter chegado até este ponto? Se a causa é realmente a falta de auto estima, então o problema está solucionado, basta mudar-nos o nosso foco consciencial e a nossa maneira depreciativa de nos observarmos.
Portugal é uma país crístico, como dita a Carta da Fundação de Portugal, passível de ser lida por todos, basta dirigimo-nos à Torre do Tombo e ter realmente interesse em aprofundar e conhecer um pouco mais de nós mesmos, da nossa própria História.
Nesta mesma Carta, na qual D. Afonso Henriques (escrita ou não por seu punho, não interessa, pois o que importa aqui é o relato em si, o que se pode concluir dele) perante nomes ilustres da época, conta que viu Jesus Cristo, e este lhe ordenou a formação de Portugal: “ e quero em ti e teus descendentes fundar em mim um império por cujo o meio seja meu nome anunciado entre nações mais estranhas” e “ para que teus sucessores conheçam quem lhe deu o Reino, comporás o Escudo de tuas armas do prego com que eu remi o género humano daquele que fui comprado por judeus e será reino para mim santificado puro por fé e amado por piedade”.
Como um dos sete países cristicos (entres os quais encontra-se o Peru, e Israel,) ou seja criado por ordenança cristica, “Portugal não pereceu” nem pode perecer, uma vez que tem um papel fundamental no que respeita à ascensão da própria Europa, onde se situa, e além dela.
Todas as calamidades, que o País tem enfrentado, representam um chamamento divino, para que realmente se cumpra o que há muito se encontra designado nos arautos celestiais.
Dai, toda a estrutura económica, politica e social ter vindo a sofrer rupturas atrás de rupturas. O mesmo se poderá também dizer em relação às calamidades naturais que tê m fustigado o País, ano após ano. É toda uma estrutura consciencial, que faz com que a natureza também dê os seus sinais de protesto, como se de mais um aviso de tratasse com o intuito de acordar a chama trina portuguesa.
Não só de Jesus Cristo, o Filho do Criador, Portugal goza de protecção, se olharmos com atenção o Hino, observamos que no quinto verso, trigésima segunda estrofe, há uma chamada de atenção relativamente à energia feminina da Mãe Divina, que por sua vez, tem vindo a cobrir com o seu manto todo o território Português, impedindo que catástrofes aflorem e devastem o País.
Isto é curioso, no sentido que pela primeira vez na história da Terra a energia feminina da Mãe Divina (intuição, calma, amor, paz) está a ser derramada por todo o planeta e por todo o Homem, uma vez que até então a que mais sobressaia era a energia masculina (racionalidade em demasia, lutas, guerras, impaciência).
Muitas já foram as ocorrências que sucederam, como alguns terramotos, ao largo da costa portuguesa, que tentaram “injuriar a sorte lusitana”.
A batalha, que Portugal enfrenta hoje, não é mais contra os infiéis, não se trata de lutar mais contra os mouros, mas trata-se sim da necessidade urgente de uma requalificação consciencial da própria nação lusa.
Os “canhões” de hoje não são mais as armas bélicas, mas sim a falta de amor, união, inércia, pacatez, que teimam em atrasar um desígnio maior que Deus tem, como missão, para Portugal.
Pela sua própria força interna, dinamismo, confiança e obviamente por toda uma sustentação energética superior, que confiou à genética do povo Português, a elevação consciencial dos restantes povos da Europa, Portugal tem tudo para ir em frente com sua missão.
É um volte face que terá que ser dado, sendo o que está aqui em causa não é mais um conquista territorial, defesa do território, mas sim toda uma imagem, postura de confiança perante o mundo nos seus mais diversos cenários.
Alguma dessa mesma força interna, tem vindo a querer brotar, e é notório que quando o País e os Portugueses se juntam em prol de algo (Euro 2004/Timor-Leste) saí-se vitorioso, dignificante uma vez que naqueles momentos, nada mais existe a não ser a força da alma lusa.
Alguns cargos de representação internacional têm sido ocupados por Portugueses, sendo este, mais um “sinal de ressurgir” do que realmente se pretende, ou seja lavar a imagem da alma lusitana além fronteiras com o intuito de recuperar a dita auto confiança.
Só é preciso que todos nós colaboremos.
Está nas nossas mãos o destino da nação, cabe a nós decidirmos o que fazer com ele!
J.M.A
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Decifrando Passado
Aconselho a verem!
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