Meditação por Portugal

Ao Encontro da Alma Luzitana

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sábado, 17 de agosto de 2013

Portugal é o último reduto

"Se nos identificarmos com o nosso passado teremos então uma capacidade de nos afirmarmos com os pés no chão e, com uma identidade própria, poderemos encarar com muito mais força o futuro que certamente virá. E nesse futuro revejo já as enormes capacidades demonstradas pelos lusitanos, inéditas em relação a outros povos.

Portugal é o último reduto da força espiritual templária que, através da Ordem de Cristo e de algumas personagens que renascem em diferentes gerações se tem mantido, mas Portugal tem potencial para, de repente, numa só geração, produzir suficientes homens iniciados com capacidade de endireitar o mundo."
Rainer Daehnhardt
A EMBLEMÁTICA BATALHA DE OURIQUE - DE MILAGRE A PRIMEIRO MITO DE PORTUGAL

No dia 25 de Julho de 1139 travou-se a célebre batalha de Ourique, em que D. Afonso Henriques desbaratou os mouros, cujo chefe, denominado Ismar ou Omar, conseguiu fugir, salvando a custo a vida. Segundo os cronistas antigos, a batalha de Ourique foi a pedra angular da fundação de Portugal como reino independente. Ali os soldados aclamaram rei o jovem príncipe que os conduzira à vitória sobre cinco reis mouros e os exércitos sarracenos de África e de Espanha.

Foi a mais célebre de todas as histórias de lutas contra os mouros. Este facto deveu-se a uma das muitas incursões que os cristãos faziam em terras de mouros para conseguirem gado e demais despojos.

Os momentos que antecederam a batalha são assim relatados por André de Resende:
“Afonso ocupou a colina onde estava uma antiga ermida em que determinado velho, de provecta idade, vivia entre os mouros como um ermitão e que, devido à pobreza e santidade de vida, por ninguém era provocado injustamente. O quase infindável contingente militar de Ismar enchia todos os campos em redor e já esperançadamente se via a tragar os adversários cercados. Não parecia aos nossos soldados ser decisão avisada combater contra tão grande multidão, pois cada um deles teria de defrontar no combate para cima de cem inimigos, mas o príncipe robusteceu o espírito dos seus soldados por meio de um discurso cheio de esperança e firmeza. Ao mandá-los dispersar ordenou que tratassem de seus corpos e que aguardassem alegremente o dia seguinte que era santificado ao apóstolo Tiago, padroeiro das Hispânias.

Como tivesse anoitecido, veio aquele anacoreta à presença de Afonso e exortou-o a ter coragem com a revelação de uma profecia. Disse-lhe que à hora da noite em que ouvisse o som de uma sineta que estava na capelinha deveria sair da tenda pois lhe iria aparecer no ar Cristo suspenso da cruz.
Afonso, contente com uma notícia tão desejada e tão inesperada, velou toda a noite aguardando o prometido. E assim, ao romper da alva e antes do dia, ao sair da sua tenda real quando tinia a sineta, pôde olhar para o Senhor crucificado, suspenso no ar. Arrastado, quase fora de si, pelo prazer desta visão, adorando-o dizia assim: ‘Será verdade, ó Salvador do mundo, que me apareces a mim neste momento? Mas por que razão apareces àquele que em ti crê e que te honra com a maior devoção? Antes te dignasses a aparecer a estes infiéis, ignorantes da tua divindade, inimigos teus e portanto meus, para que compreendam o mistério da tua cruz e deixem de ser insensatos’. Quando com estas e outras palavras semelhantes prosseguia, como que em êxtase, foi muito agradavelmente surpreendido pela voz de Cristo que lhe falava e prometia vitória. Logo que a divina aparição se recolheu ao céu, pediu as armas, ordenou que se armassem os soldados, que se formassem as linhas de batalha e que as tubas em uníssono dessem o sinal.
Alguns dos chefes procuraram-no em nome do exército, dizendo:
- ‘Os teus homens, valente chefe, pedem que lhes permitas saudar-te como rei’.

Mas ele respondeu-lhes:
- ‘Fidelíssimos companheiros de armas! Coube-me a mim, entre vós, o nome e título suficientemente honroso de príncipe. Não ambiciono outro. E ainda que o desejasse muitíssimo ou quisesse aceder ao que pedis, nem o momento nem o local o permitem. Esforçar-me-ei por que não vos desagrade como vosso chefe; esforçai-vos vós para que eu como chefe não tenha a lamentar a perda de soldados’.
A resposta foi a seguinte:
- 'Não só prometemos o que pedes como, quanto a nós, não faltaremos ao dever. Mas pelo rei combateríamos com mais ardor, venceríamos com mais honra e morreríamos mais alegremente’.
Então, depois de quase terem forçado a quem se escusava, foi aclamado por três vezes em altos brados e ao som das tubas, clarins e tambores:
- ‘Vida e vitória para Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal’!
Depois de darem aos soldados o santo-e-senha, passam-se para o campo dos inimigos. Da parte contrária, porém, aquele inumerável exército de bárbaros estrondeava com tão dissonantes clamores e com tão terrível estrépito, que parecia que o céu vinha abaixo e que a terra era abalada por um sismo.
Principiou o combate, sangrento, implacável, da primeira hora do dia até ao meio-dia, até que o próprio Ismar, cuja vida já corria risco, vida que os nossos mais-que-tudo cobiçavam, encontrando-se em situação desesperada e tendo perdido na peleja o primo de nome Omar Atagor, neto do rei Ali, a quem constituíra seu guarda de corpo, fugiu com os reis que com ele estavam. Verteu-se, porém, tanto sangue que do local da batalha correram regos na direcção do Cobre e do Terges (rios próximo de Castro Verde). E, mais ainda, chovendo poucos dias depois, como a água tivesse lavado o chão sujo de sangue escuro e engrossado os regos, o Terges que desagua no confluente Cobres levou as águas poluídas até mesmo ao Guadiana. Afonso, o novo rei, portanto, ficou nos arraiais durante três dias conforme era hábito dos vencedores, tendo deixado o despojo para os soldados.
Ele próprio, que até então usava um escudo branco, imaginou insígnias que representassem o combate que ali se passou. Em primeiro lugar, porque no ar olhara para Cristo pregado na cruz, desenhou no escudo de prata uma cruz da cor do céu; depois, porque tinha vencido cinco reis, separou com a própria cruz cinco escudos; em cada um destes representou trinta moedas de prata, porque se considerara que por essa soma fora vendido o Salvador do mundo.
O desenho das moedas foi modificado por uma questão de comodidade pelos reis que se seguiram e em cada um destes escudos foram colocadas cinco moedas em forma de cruz, aproximadamente com a forma da letra X, de maneira que, contando duas vezes, o que está no meio e como a conta é feita desde cima e de lado a lado, se perfaz o número trinta.
Foram estas as insígnias que naquele momento e naquele lugar se adoptaram. Quanto aos sete castelos que no campo rubro do escudo régio rodeiam as orlas, relacionam-se com outra história.”

O próprio D. Afonso Henriques narra este mesmo acontecimento anos mais tarde, nomeadamente a 29 de Outubro de 1152, em Coimbra, perante muitos fidalgos, entre os quais Mem Peres, que redigiu, a pedido do mestre Alberto, conselheiro de el-rei, a seguinte carta:
“Eu Afonso, rei de Portugal, filho do Conde D. Henrique, neto do grande rei D. Afonso, diante de vós, Bispo de Braga, Bispo de Coimbra e Teodósio e de todos os mais vassalos do meu reino, juro em esta cruz de metal e neste livro dos santos evangelhos, em que ponho minhas mãos que eu sou miserável pecador, vi com estes olhos indignos Nosso Senhor Jesus Cristo… e disse entre mim mesmo:
Mui bem sabes, Senhor Jesus Cristo, que por amor vosso tomei sobre mim esta guerra, contra os vossos adversários, em vossa mão está dar a mim e aos meus fortaleza, para vencer os blasfemadores do vosso nome... A que fim me apareceis Senhor? Quereis por ventura acrescentar fé a quem tanta a tem? Melhor é por certo que vos vejam os inimigos que não crêem em vós, que eu, desde a fonte de baptismo, vos conheci por Deus…
O Senhor com um tom de voz suave que minhas orelhas indignas ouviram, me disse:
‘Não te apareci deste modo para te acrescentar a tua fé mas para fortalecer o teu coração, neste conflito, e fundar os princípios do teu reino, sobre pedra firme. Confia, Afonso, porque não só vencerás esta batalha, mas também todas as outras em que pelejares, contra os inimigos da minha cruz... Acharás na gente alegre e esforçada, e te pedirão que entres na batalha com o título de Rei... Eu sou o fundador e distribuidor de reinos e impérios e quero em ti e teus descendentes fundar, para mim, um império para cujo meio seja meu nome publicado entre as nações mais estranhas’...
E que isto se passasse na verdade juro eu, D. Afonso, pelos santos evangelhos, tocados com estas mãos...”

Por sua vez, Frei Bernardo de Brito escreveu na Crónica de Cister o célebre texto que Frei António Brandão reproduziu depois na Monarchia Lusitana. Este texto, que reaviva o patriotismo lusitano, demonstra como os cistercienses, já sob o domínio castelhano, continuaram a lutar pela independência de Portugal.

O milagre de Ourique foi fruto do aparecimento de Jesus Cristo a D. Afonso Henriques como garantia da vitória em batalha tão desigual. Aparece relatado, pela primeira vez, na Crónica de 1419 de Fernão Lopes, que o achara escrito num texto mais antigo. De acordo com este mito, fora revelado a D. Afonso Henriques que Portugal era um reino de origem divina, fundado por Deus e que a sua independência assentava num direito superior ao direito humano. Daqui emerge a concepção de Portugal como País predestinado ao desempenho de uma missão providencial, a consumação do mito no futuro mediante o império universal, ou Quinto Império, profundamente espiritual.

Não obstante a narrativa de Frei Bernardo de Brito ter sido, de acordo com a maioria dos historiadores, elaborada com fins patrióticos durante a ocupação castelhana, “o seu teor literário não contradiz por si próprio a veracidade possível ou impossível da tradição” (A. Quadros).

In Eduardo Amarante, “Templários”, vol. 2
25 de Julho - Dia de Santiago

SANTIAGO DE COMPOSTELA – LOCAL DE CULTO ANTERIOR AO CRISTIANISMO
“A Europa está coberta por um vasto sistema de linhas de energia. Este sistema de linhas de energia tem a sua origem no monte Pamir (por sinal uma das montanhas sagradas dos arianos), estendendo-se até Teerão, onde se divide. Uma das bifurcações vai para a Rússia ocidental, enquanto a outra segue em direcção a Jerusalém, onde volta a dividir-se. Uma das novas linhas continua até às Pirâmides, indo depois para África, enquanto a outra penetra na Europa através de Chipre, Rodes e Santorini. Montanhas sagradas europeias e santuários de peregrinação, como Santiago de Compostela, na Galiza, estão todos ligados a este sistema de energia com origem no monte Pamir.
...
A título de curiosidade, é importante lembrar que Portugal também possui uma linha energética recta, que vai de Santiago de Compostela a Tomar. Daí que as peregrinações ao local de culto de Santiago de Compostela já se fizessem na antiguidade, muito antes de ter surgido o cristianismo. A actual catedral foi erigida por cima de templos druídicos e romanos. Assim, não constitui surpresa verificarmos que ao longo da história encontramos o fenómeno de apropriação de lugares sagrados ou mágicos e que, quando uma religião nova chega pela primeira vez a um território, tenha a tendência de substituir a fé anterior, tomando para si os antigos locais sagrados, os santuários. Esta tem sido a fórmula encontrada para o sucesso da nova religião que, assim, não rechaça de forma brusca a antiga crença, antes aceitando os antigos locais de culto para uso próprio. A cristianização é o caso mais concreto da forma como eram transformados os antigos templos de culto, de cariz pagão, em templos de tradição religiosa cristã, bastando para o efeito colocar uma imagem ou uma cruz em cima do monumento, sendo este muitas vezes um megálito, sobretudo em Portugal e na costa atlântica europeia.”

In Eduardo Amarante, “Templários”, vol. 1


é importante lembrar que Portugal também possui uma linha energética recta, que vai de Santiago de Compostela a Tomar. Daí que as peregrinações ao local de culto de Santiago de Compostela já se fizessem na antiguidade, muito antes de ter surgido o cristianismo.

PRISCILIANO E A GNOSE
(ou a aproximação do cristianismo à religiosidade celta)

"Prisciliano (345-385) era natural do ocidente galaico-lusitano e o seu pensamento inspirou-se directamente na gnose recebida do Oriente. Essa gnose, ou conhecimento, incluía, entre outros, o maniqueísmo e o mazdeísmo, constituindo o chamado eclectismo gnóstico que se desenvolveu na Galécia nos meados do século IV. Tido como um filho espiritual do Oriente, Prisciliano quis, no entanto, num intento de unir o nascente e o poente, adaptar a Galiza e a Lusitânia “a uma forma de cristianismo mais próxima do velho sentimento celta do mundo e do ultramundo”, como refere Pedrayo na sua obra Ensaio sobre a Cultura Galega.
...
Prisciliano contou com o apoio de uma forte corrente feminina, e isto porque, provavelmente, a valorização da mulher no contexto do sagrado respondia à implantação do costume celta da ordem das sacerdotisas. Começou a pregar em 379, com a idade de 34 anos. Como a sua doutrina se afastava do credo de Niceia, a Igreja de Roma considerou-a herética. A reacção não se fez esperar e as suas teses foram condenadas no concílio de Saragoça, em 380. Após inúmeras peripécias e de ter sido, inclusive, acusado de magia, então interdita, Prisciliano foi condenado à morte e decapitado em 385, na cidade de Tréveris, França. O movimento priscilianista surgiu a partir de então, principalmente na Hispânia e na Aquitânia, geralmente clandestino, como uma das principais expressões do catarismo albigense.

(…) A sua doutrina visava, dentro do espírito da gnose, adaptar a religiosidade celta ao universo católico. Prisciliano foi, sobretudo, um defensor de uma vida ascética e de virtude, tão cara aos primeiros tempos do cristianismo. Em data desconhecida veio para a Lusitânia, onde a sua doutrina rapidamente encontrou adeptos, mesmo no seio do clero. Salviano e Instâncio, bispos de duas dioceses lusitanas, foram seus seguidores."

In Eduardo Amarante, “Templários”, vol. 2

PRISCILIANO E A GNOSE
 (ou a aproximação do cristianismo à religiosidade celta)

 "Prisciliano (345-385) era natural do ocidente galaico-lusitano e o seu pensamento inspirou-se directamente na gnose recebida do Oriente. Essa gnose, ou conhecimento, incluía, entre outros, o maniqueísmo e o mazdeísmo, constituindo o chamado eclectismo gnóstico que se desenvolveu na Galécia nos meados do século IV. Tido como um filho espiritual do Oriente, Prisciliano quis, no entanto, num intento de unir o nascente e o poente, adaptar a Galiza e a Lusitânia “a uma forma de cristianismo mais próxima do velho sentimento celta do mundo e do ultramundo”, como refere Pedrayo na sua obra Ensaio sobre a Cultura Galega.

 Prisciliano contou com o apoio de uma forte corrente feminina, e isto porque, provavelmente, a valorização da mulher no contexto do sagrado respondia à implantação do costume celta da ordem das sacerdotisas. Começou a pregar em 379, com a idade de 34 anos. Como a sua doutrina se afastava do credo de Niceia, a Igreja de Roma considerou-a herética. A reacção não se fez esperar e as suas teses foram condenadas no concílio de Saragoça, em 380. Após inúmeras peripécias e de ter sido, inclusive, acusado de magia, então interdita, Prisciliano foi condenado à morte e decapitado em 385, na cidade de Tréveris, França. O movimento priscilianista surgiu a partir de então, principalmente na Hispânia e na Aquitânia, geralmente clandestino, como uma das principais expressões do catarismo albigense. 

 (…) A sua doutrina visava, dentro do espírito da gnose, adaptar a religiosidade celta ao universo católico. Prisciliano foi, sobretudo, um defensor de uma vida ascética e de virtude, tão cara aos primeiros tempos do cristianismo. Em data desconhecida veio para a Lusitânia, onde a sua doutrina rapidamente encontrou adeptos, mesmo no seio do clero. Salviano e Instâncio, bispos de duas dioceses lusitanas, foram seus seguidores."

 In Eduardo Amarante, “Templários”, vol. 2


Em data desconhecida veio para a Lusitânia, onde a sua doutrina rapidamente encontrou adeptos, mesmo no seio do clero. Salviano e Instâncio, bispos de duas dioceses lusitanas, foram seus seguidores."

Biografia de Nuno Álvares Pereira

Também conhecido como o Santo Condestável, Beato Nuno de Santa Maria ou São Nuno de Santa Maria, ou simplesmente Nun´Álvares.
Nuno Álvares Pereira foi canonizado pelo Papa Bento XVI em 2009 e sua comemoração religiosa é o dia 6 de novembro.
Nuno Álvares Pereira foi um dos filhos naturais de D. Álvaro Gonçalves Pereira, Prior da Ordem do Hospital de São João de Jerusalém e D. Iria Gonçalves do Carvalhal. Um ano depois de seu nascimento foi legitimado por ordem real com o objetivo de receber a educação cavalheiresca própria de seus antepassados de origem fidalga.
Tendo só treze anos entrou para a corte do Rei D. Fernando de Portugal e é nomeado escudeiro da Rainha D. Leonor Teles.  Posteriormente foi feito cavaleiro com uma armadura emprestada por D. João, o Mestre de Avis.  Aos dezesseis anos seu padre o obriga a efetuar o casamento com uma jovem viúva chamada D. Leonor de Alvim.
Nuno Alvares Pereira (Autor: Imagem em domínio público)
Nuno Alvares Pereira (Autor: Imagem em domínio público)
Dessa união nasceram três filhos, más só uma sobreviveu Beatriz, que posteriormente desposaria o filho do Rei D. João I, D. Afonso, primeiro Duque de Bragança dando origem à Casa de Bragança.

[ Editar ]Atuação Como Condestável

Após da morte do Rei de Portugal D. Fernando em 1383 a sucessão da Coroa ficava nas mãos do seu genro o Rei João I de Castela, casado com sua filha D. Beatriz. Para não perder a independência para os castelhanos, o meio irmão do Rei, D. João Mestre de Avis decidiu tomar disputa pelo Reino Português.
Logo de uma reunião de conselho na Corte, D. João nomeou a Nuno Álvares Conde de Ourém e Condestável do Reino, isto é, Comandante Supremo do Exército, cargo criado por D. Fernando que, pela sua vez é reconhecido como Rei de Portugal.
A reação do Rei de Castela foi a invasão de Portugal pela Beira Alta, mas o rápido controlo da situação por parte de Nuno Álvares Pereira não permitiu o avanço das tropas castelhanas em território português.
A resolução do conflito se deu durante a Batalha de Aljubarrota em 1385 onde as tropas lusitanas obtiveram a vitória sobre a armada castelhana o que levou à consolidação da independência portuguesa.
Pelos serviços emprestados à Corte Portuguesa, D. Nunes Álvares Pereira é nomeado Conde de Arraiolos e Barcelos.  Contudo, não descuidou as fronteiras com Castela para prever possíveis novos ataques.

[ Editar ]Vida Religiosa de Nuno Álvares Pereira

Embora sempre reconhecidas suas qualidades espirituais pelas que mandou construir igrejas e mosteiros como a Igreja de Santa Maria da Vitória, na Batalha, sua vida religiosa começa verdadeiramente após a morte de sua esposa. Para estes fins ingressa na Ordem do Carmo em 1423, instituição religiosa fundada por ele em 1389 e toma o nome de Irmão Nuno de Santa Maria, permanece nesta ordem até sua morte em 1431.
A partir desse momento, o povo reconhecendo o seu valor passou a nomeá-lo de Santo Condestável, nome que seria utilizado até sua beatificação em 1918 pelo Papa Bento XV através do Decreto Clementissimus Deus.  A posterior canonização foi ordenada pelo Papa Bento XVI onde o Beato Nuno passaria a ser chamado de Santo.
A figura de Nuno Álvares Pereira tem sido objeto de diversas homenagens ao longo da história portuguesa.  Uma delas é seu nome em múltiplas referências que fiz Camões em Os Lusíadas em sentido literal ou alegórico. Igualmente tem pelo menos quatro esculturas ou estátuas em diferentes povoações de Portugal, no Arco da Rua Augusta em Lisboa, outra no Castelo de Ourém, outra em Flor da Rosa e outra equestre no Mosteiro da Batalha.
Seu sepulcro original foi destruído no terremoto de 1755 e suas relíquias foram trasladadas várias vezes da Igreja do Carmo. Finalmente, em 1953 foi fundada a Igreja do Santo Condestável em Campo de Ourique em Lisboa, local onde atualmente descansam os seus restos.
-  at: http://www.historiadeportugal.info/nuno-alvares-pereira/#sthash.4CU41sC1.dpuf
Serra Leoa - Descoberta, baptizada e explorada pelo navegador português Pedro de Sintra, o país africano Serra Leoa está identificado como Sierra Liona neste antigo mapa do séc. XVI.

Segundo uma versão popular a origem do nome de Serra Leoa teria derivado da semelhança com uma leoa que a serra tinha quando foi avistada do mar pelo navegador Português, imagem essa potenciada pelo trovejar e chuvas torrenciais da altura.
Excelente momento para uma Meditação por Portugal e pelo Mundo...
Aprofundamento do Poder/Missão da Alma Lusitana!
 
Activação da dupla Merkabah e o Corpo de Luz:
Dias 29 de Julho e 25 de Agosto d...e 2013

Nos dias 29/30 Julho de 2013, exactamente neste último quarto minguante, os nossos planetas alinham-se, formando no céu uma estrela de 6 pontas comummente referida como Estrela de David. A sinergia deste alinhamento irá activar esta Estrela de David formando uma Merkabah devido ao campo enérgico contra-rotativo.

No 25/26 Agosto de 2013, os alinhamentos planetários irão formar uma outra Estrela de David, activando assim a segunda Merkabah.

Estas formações ajudam-nos a superar a divisão entre a personalidade e a alma, criando uma ponte para o Espírito através dos nossos corações ... ou seja, ajudando-nos a ancorar o Céu aqui na Terra.

Estas Merkabah-Portal oferecem-nos a oportunidade de, como humanidade, irmos além do medo, da luta, da dor ... e expandir a nossa consciência para além das limitações impostas por sistemas de crenças culturais, familiares e sociais.
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Que a alquimia interna seja profunda, intensa, contagiante e irresistível ao exterior Sejam Felizes!