Meditação por Portugal

Ao Encontro da Alma Luzitana

Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.

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BEM VINDOS

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

UM NOVO PORTUGAL RENASCERÁ!
"Dei-me conta de, por diversas vezes, me ter ouvido falar da tarefa que cabe aos luso-descendentes na criação de uma Lusitânia III ou de um Portugal II, como lhe queiram chamar, e do papel que lhes cabe para guiarem os sobreviventes da Humanidade. Nenhum povo se encontra melhor preparado para passar por cima de diferenças de ideologias, religiões, raças ou cores do que o povo português. Nenhum povo demonstrou maior capacidade de, em harmonia, construir com outros novos mundos. Nenhum povo é mais bem aceite por todos os outros com quem contactou do que o português.

Só consciente da sua identidade e dos seus valores é que um povo pode dar a mão a outros, e, em tolerância baseada na mútua aceitação, começar a construir algo de válido.
Há que manterem viva em vós próprios a CHAMA DA LUSITANIDADE, para AMAR O QUE É BELO e para CRER NO BEM."

in Rainer Daehnhardt, "Identidade Portuguesa - Por Que a Defendo"
A PUREZA DO CULTO DO ESPÍRITO SANTO
O único “barco salva-vidas” que hoje existe no cristianismo é o culto do Espírito Santo. Este culto existe desde o início da cristandade e sobreviveu, apesar dos ferozes ataques de muitas organizações diferentes, mantendo dentro de si grande parte das bases do cristianismo autêntico inicial.

Ao contrário das grandes organizações religiosas cristãs, o culto do Espírito Santo não possui organização eclesiástica e, por isso, não existe a possibilidade de alguém mal-intencionado usurpar um lugar nesta organização, porque a “organização” não tem organização. Trata-se de um culto espontâneo de pessoas convictas na sua acção cristã que sentem alegria em ajudar sem pedir nada em troca. O culto do Espírito Santo baseia-se na tolerância e na ajuda, que são os dois elementos mais básicos de todas as religiões.

in "SER PORTUGUÊS", Rainer Daehnhardt
A PUREZA DO CULTO DO ESPÍRITO SANTO
 O único “barco salva-vidas” que hoje existe no cristianismo é o culto do Espírito Santo. Este culto existe desde o início da cristandade e sobreviveu, apesar dos ferozes ataques de muitas organizações diferentes, mantendo dentro de si grande parte das bases do cristianismo autêntico inicial.
 
Ao contrário das grandes organizações religiosas cristãs, o culto do Espírito Santo não possui organização eclesiástica e, por isso, não existe a possibilidade de alguém mal-intencionado usurpar um lugar nesta organização, porque a “organização” não tem organização. Trata-se de um culto espontâneo de pessoas convictas na sua acção cristã que sentem alegria em ajudar sem pedir nada em troca. O culto do Espírito Santo baseia-se na tolerância e na ajuda, que são os dois elementos mais básicos de todas as religiões.
 
in "SER PORTUGUÊS", Rainer Daehnhardt
"A Ordem de Cristo não tem graus, templo, rito, insígnia ou passe. Não precisa reunir, e os seus cavaleiros, para assim lhes chamar, conhecem-se sem saber uns dos outros, falam-se sem o que propriamente se chama linguagem. Quando se é escudeiro dela não se está ainda nela; quando se é mestre dela já se lhe não pertence. Nestas palavras obscuras se conta quanto basta para quem, que o queira ou saiba, entenda o que é a Ordem de Cristo — a mais sublime de todas do mundo.

Não se entra para a Ordem de Cristo por nenhuma iniciação, ou, pelo menos, por nenhuma iniciação que possa ser descrita em palavras. Não se entra para ela por querer ou por ser chamado; nisto ela se conforma com a fórmula dos mestres: «Quando o discípulo está pronto, o Mestre está pronto também.» E é na palavra «pronto» que está o sentido vário, conforme as ordens e as regras.

Fiel à sua obediência — se assim se pode chamar onde não há obedecer — à Fraternidade de quem é filha ...e mãe, há nela a perfeita regra de Liberdade, Igualdade, Fraternidade. Os seus cavaleiros—chamemos-lhes sempre assim — não dependem de ninguém, não obedecem a ninguém, não precisam de ninguém, nem da Fraternidade de que dependem, a quem obedecem e de que precisam. Os seus cavaleiros são entre si perfeitamente iguais naquilo que os torna cavaleiros; acabou entre eles toda a diferença que há em todas as coisas do mundo. Os seus cavaleiros são ligados uns aos outros pelo simples laço de serem tais, e assim são irmãos, não sócios nem associados. São irmãos, digamos assim, porque nasceram tais. Na ordem de Cristo não há juramento nem obrigação.

Ela, sendo assim tão semelhante à Fraternidade em que respira, porque, segundo a Regra, «o que está em baixo é como o que está em cima», não é contudo aquela Fraternidade: é ainda uma ordem, embora uma Ordem Fraterna, ao passo que a Fraternidade não é uma ordem."

Fernando Pessoa

"A Ordem de Cristo não tem graus, templo, rito, insígnia ou passe. Não precisa reunir, e os seus cavaleiros, para assim lhes chamar, conhecem-se sem saber uns dos outros, falam-se sem o que propriamente se chama linguagem. Quando se é escudeiro dela não se está ainda nela; quando se é mestre dela já se lhe não pertence. Nestas palavras obscuras se conta quanto basta para quem, que o queira ou saiba, entenda o que é a Ordem de Cristo — a mais sublime de todas do mundo.

 Não se entra para a Ordem de Cristo por nenhuma iniciação, ou, pelo menos, por nenhuma iniciação que possa ser descrita em palavras. Não se entra para ela por querer ou por ser chamado; nisto ela se conforma com a fórmula dos mestres: «Quando o discípulo está pronto, o Mestre está pronto também.» E é na palavra «pronto» que está o sentido vário, conforme as ordens e as regras.

 Fiel à sua obediência — se assim se pode chamar onde não há obedecer — à Fraternidade de quem é filha e mãe, há nela a perfeita regra de Liberdade, Igualdade, Fraternidade. Os seus cavaleiros—chamemos-lhes sempre assim — não dependem de ninguém, não obedecem a ninguém, não precisam de ninguém, nem da Fraternidade de que dependem, a quem obedecem e de que precisam. Os seus cavaleiros são entre si perfeitamente iguais naquilo que os torna cavaleiros; acabou entre eles toda a diferença que há em todas as coisas do mundo. Os seus cavaleiros são ligados uns aos outros pelo simples laço de serem tais, e assim são irmãos, não sócios nem associados. São irmãos, digamos assim, porque nasceram tais. Na ordem de Cristo não há juramento nem obrigação.

 Ela, sendo assim tão semelhante à Fraternidade em que respira, porque, segundo a Regra, «o que está em baixo é como o que está em cima», não é contudo aquela Fraternidade: é ainda uma ordem, embora uma Ordem Fraterna, ao passo que a Fraternidade não é uma ordem."

 Fernando Pessoa

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Memorial do desembarque de Diogo Cão no Cabo Cruz na Namíbia

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

DOM SEBASTIÃO, O ELMO E ALCÁCER-QUIBIR
Dom Sebastião é uma figura histórica única, para todo o Mundo-Outrora-Português, que ainda se mantém ligado através da língua e cultura de Camões.
Desde o Brasil até Macau, surge um entusiasmo crescente pelo aparecimento do elmo usado por este monarca luso, na Batalha denominada “DOS TRÊS REIS”, por, supostamente, três Reis nela terem perdido a vida. Dois foram Rei Mouros e um Português.
Nunca se chegou a saber ao certo se Dom Sebastião caiu em combate, ou apenas desapareceu. Facto é, que se trata do único monarca do Mundo Português perdido numa batalha. Isto teceu lendas e mitos a seu respeito, que o elevaram ao pedestal da adoração, como se de um Santo se tratasse.
Há 250 milhões de pessoas no mundo que falam português. Necessitam de ser informadas sobre os espantosos resultados que os exames feitos ao seu elmo nos revelaram.
Hoje, temos provas que nos esclarecem perguntas, nunca antes colocadas. Também se levantam novas questões, que futuras gerações terão de investigar.
Perante os novos conhecimentos, obtidos através do estudo das feridas presentes no elmo de Dom Sebastião, considero o acesso a dados até há pouco desconhecidos, sendo um dever cívico compartilhá-los com todos os que com a sua lusa origem se identificam.
Rainer Daehnhardt
DOM SEBASTIÃO, O ELMO E ALCÁCER-QUIBIR
 Dom Sebastião é uma figura histórica única, para todo o Mundo-Outrora-Português, que ainda se mantém ligado através da língua e cultura de Camões.
 Desde o Brasil até Macau, surge um entusiasmo crescente pelo aparecimento do elmo usado por este monarca luso, na Batalha denominada “DOS TRÊS REIS”, por, supostamente, três Reis nela terem perdido a vida. Dois foram Rei Mouros e um Português.
 Nunca se chegou a saber ao certo se Dom Sebastião caiu em combate, ou apenas desapareceu. Facto é, que se trata do único monarca do Mundo Português perdido numa batalha. Isto teceu lendas e mitos a seu respeito, que o elevaram ao pedestal da adoração, como se de um Santo se tratasse.
 Há 250 milhões de pessoas no mundo que falam português. Necessitam de ser informadas sobre os espantosos resultados que os exames feitos ao seu elmo nos revelaram.
 Hoje, temos provas que nos esclarecem perguntas, nunca antes colocadas. Também se levantam novas questões, que futuras gerações terão de investigar.
 Perante os novos conhecimentos, obtidos através do estudo das feridas presentes no elmo de Dom Sebastião, considero o acesso a dados até há pouco desconhecidos, sendo um dever cívico compartilhá-los com todos os que com a sua lusa origem se identificam.
 Rainer Daehnhardt
CÓDIGO MORAL DO CAVALEIRO TEMPLÁRIO

Ama o bem;

Ignora o mal;
...
Sê bondade, justiça e compaixão;

Não critiques nunca;

Sê paciente, calmo e comedido;

Não te entregues jamais à cólera ou ao orgulho;

Sê puro, sensível e doce;

Não pratiques nunca a ironia;

Sê confiante, satisfeito e aberto aos outros;

Não duvides e jamais sejas invejoso;

Sê moderado em todas as coisas;

Evita os excessos;

Sê humilde, amável, modesto, generoso e respeitoso para com os outros;

Não sejas nunca malévolo;

Sê verdadeiro em palavras e em atos;

Diz a verdade;

Não mintas nem difames jamais;

Sê prestativo e benévolo em relação a tudo que existe;

Não enganes e não traias ninguém;

Ama e protege a vida. Propaga a paz e a harmonia;

Não manifestes agressividade em nenhum plano.


Non Nobis, Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo da Gloriam
CÓDIGO MORAL DO CAVALEIRO TEMPLÁRIO
 
Ama o bem;
 
Ignora o mal;
 
Sê bondade, justiça e compaixão;
 
Não critiques nunca;
 
Sê paciente, calmo e comedido;
 
Não te entregues jamais à cólera ou ao orgulho;
 
Sê puro, sensível e doce;
 
Não pratiques nunca a ironia;
 
Sê confiante, satisfeito e aberto aos outros;
 
Não duvides e jamais sejas invejoso;
 
Sê moderado em todas as coisas;
 
Evita os excessos;
 
Sê humilde, amável, modesto, generoso e respeitoso para com os outros;
 
Não sejas nunca malévolo;
 
Sê verdadeiro em palavras e em atos;
 
Diz a verdade;
 
Não mintas nem difames jamais;
 
Sê prestativo e benévolo em relação a tudo que existe;
 
Não enganes e não traias ninguém;
 
Ama e protege a vida. Propaga a paz e a harmonia;
 
Não manifestes agressividade em nenhum plano.
 



Non Nobis, Domine, Non Nobis, Sed Nomini Tuo da Gloriam

Castelos Medievais

50 Medieval Castles & Fortresses from Portugal
www.youtube.com
There are around 200 castles and Fortresses in Portugal, here is my choice of the 50 best looking.