Sabia que dois terços do mundo foram descobertos pelos portugueses?
Provavelmente não sabe. Mas é verdade. Foram os primeiros a chegar. Investigaram. Experimentaram. Desbravaram. Deixando o testemunho da sua presença. Trouxeram novas de sítios que se julgavam inalcancáveis. Em menos de 100 anos mudaram o mundo. A esse Mundo deram novos Mundos. Materializaram o sonho e modificaram a noção de distância. Fizeram crescer o comércio e o conhecimento científico. Anteciparam a História. Ajudaram ao nascimento de novos países. Foram os primeiros cidadãos do Mundo. E se mais Mundo houvesse lá teriam chegado.
1434 - Cabo Bojador 1471 - Equador 1488 - Cabo da Boa Esperança 1498 - Índia 1500 - Brasil 1513 - China 1522 - Austrália 1542 - Califórnia 1543 - Japão 1550 - Nova Zelândia
Cada pensamento lindo acerca de Portugal é como uma semente que deve ser plantada, regada e acarinhada para que dê fruto.
"Cada pensamento lindo acerca de Portugal é como uma semente que deve ser plantada, regada e acarinhada para que dê fruto. É uma honra viver e morrer por aquilo em que se acredita!” – Rainer Daehnhardt
Anjo Custódio de Portugal, defendei a nossa Pátria! Anjo Custódio de Portugal, salvai a nossa Pátria! Anjo Custódio de Portugal, santificai a nossa Pátria!
No lugar do Barral, perto de Ponte da Barca, existe o Santuário de Nª Senhora da Paz, no local onde Nossa Senhora apareceu a um pastorinho a 11 de Maio de 1917.
O que calcula que seja o futuro da raça portuguesa?
O Quinto Império. O futuro de Portugal — que não calculo, mas sei — está escrito já, para quem saiba lê-lo, nas trovas do Bandarra, e também nas quadras de Nostradamus. Esse futuro é sermos tudo
Protecção da luz violeta para PORTUGAL !
..."Desapareceu aos 24 anos em Alcácer-Quibir, para andar perseguido no seu próprio Reino e em toda a Europa, sempre tentando pedir auxílio para o País, e não para ele próprio. Deixou descendência ilustre, que para protecção foi ocultada sob outro parentesco. Descendência essa também perseguida e muitas vezes exterminada pelos servos da treva agora vigente. Morreu envenenado num convento, em Limoges, onde se havia refugiado, sendo sepultado na capela de S. Sebastião"... (Carlos S. Silva)
Desembarcou no forte do Beliche, em Sagres, dias depois da batalha, muito ferido. Vinha em semi-coma, e foi tratado num convento que havia ali perto. Depois, foi transferido para o Convento dos Capuchos, na Arrábida, em terras do Duque de Aveiro...
Foto direitos reseravdos
A investigadora Maria Luísa Martins da Cunha tem artigos publicados em Portugal e em França, na maioria sobre o rei D. Sebastião. Escreve de novo sobre o tema no terceiro volume de ‘Grandes Enigmas da História de Portugal’, hoje lançado em Lisboa
13.12.2011 01:00
D. Sebastião foi preso em Itália
O rei D. Sebastião sobreviveu à batalha de Alcácer-Quibir e reapareceu no ano de 1598 em Itália, onde foi mais tarde preso em Veneza, Florença e Nápoles, com a cumplicidade dos espanhóis. Quem o escreve é a historiadora Maria Luísa Martins da Cunha no terceiro volume do livro ‘Grandes Enigmas da História de Portugal’, que é lançado hoje e a que o CM teve acesso.
Segundo acrescenta a investigadora, "a maioria dos historiadores tem aceite sem discussão a versão oficial da História de D. Sebastião" que foi criada "durante o período da dominação filipina com claros intuitos políticos". Houve "uma destruição continuada e premeditada da imagem do rei ".
Entre as provas que sustentam que D. Sebastião não morreu em Alcácer-Quibir, Maria Luísa Martins da Cunha cita "várias testemunhas que atestaram que o viram sair vivo da batalha, entre os quais Sebastião Figueira, que declarou ter saído dela com o rei" e que "o reconheceu em Veneza na pessoa do Cavaleiro da Cruz, ou, como ficou para a História, como ‘D. Sebastião de Veneza'." Mais: "Para além de outros indícios muito fortes, um indício importante de que D. Sebastião sobreviveu" foi "o achamento, no século XIX, de uma medalha de ouro com a inscrição ‘Sebastianus Primus Portugaliae Rex' num túmulo da capela de S. Sebastião do Convento dos Agostinhos de Limoges, onde segundo a tradição estava sepultado um rei português do mesmo nome." A obra, da Ésquilo, é lançada hoje, às 19h00, na Fnac do Colombo, em Lisboa.