Meditação por Portugal

Ao Encontro da Alma Luzitana

Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.

http://www.facebook.com/#!/groups/296337117096239/

BEM VINDOS

www.portograal.no.comunidades.net


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Os Portugueses no Japão - A chegada dos Portugueses ao Japão nas suas majestosas naus foi retratado pelos japoneses na conhecida Arte Nanban.

Os Portugueses foram os primeiros europeus a chegar ao Japão em 1543 e desde logo começaram a negociar com os japoneses.

A presença portuguesa influenciou profundamente o futuro do Japão com a introdução da imprensa de tipos metálicos, das armas de fogo, e de novos conhecimentos nos domínios da medicina, da astronomia, da matemática, e das artes náuticas.
Quase perfeito - São Miguel, Açores. O mundo encantado de Portugal.
SAGRES E A VILA DO INFANTE
O Infante D. Henrique fundou numa das pontas do cabo de S. Vicente, chamada cabo de Trasfalmenar, perto de outra ponta chamada cabo de Sagres, em terreno para isso concedido em Carta de 1443 pelo regente D. Pedro, em nome do rei D. Afonso V (Arquivo Hist. da Marinha, I, 163-176), uma povoação a que pôs nome Villa do Iffante. Em 1451, o nome da vila aparece documentado pela primeira vez.

No cabo de Sagres havia já no século XII uma alcaria ou aldeia, em território dos árabes. Posteriormente veio a receber o título de vila, ao que não deve ter sido estranha a acção do Infante.
...
Décadas mais tarde, vemos as duas vilas, de Sagres e do Infante, identificadas oficialmente uma na outra, como se se tratasse de uma única povoação. A Vila do Infante acabou por ceder o passo à vila de Sagres. Contudo, há autores que defendem a tese de que foi exactamente no extremo do cabo de S. Vicente e não em Sagres que o Infante D. Henrique, esse anacoreta da Ciência Náutica, mandou edificar a sua Vila do Infante, que, mais tarde, foi arrasada para aí se construir as amplas dependências do farol. Porém, a tradição local conservou a memória do antigo povoado.

Outrora, como ainda hoje, toda a navegação que se fazia do Mediterrâneo para os portos do ocidente e do norte da Europa bordejava este promontório. Ao dominarem nesta região os ventos do norte e do oeste, os navios eram frequentemente forçados a tomar abrigo nas enseadas próximas. O Infante aproveitaria, assim, toda esta circulação de mareantes e de informações, ao mesmo tempo em que dispunha de condições excelentes para procurar e recrutar navegadores estrangeiros.

in "TEMPLÁRIOS, Vol. 3 - A Perseguição e a Política de Sigilo de Portugal: a Missão Marítima", Eduardo Amarante
See More
Monumento de homenagem a Vasco da Gama no Cabo da Boa Esperança na África do Sul.

Esta cruz com as armas de Portugal simboliza os padrões que os Portugueses deixaram nas terras por eles descobertas. Esta cruz é conhecida localmente como "Da Gama Cross". Em baixo está a inscrição "DA GAMA 1497".

(Imagem original: Andrea Boggio)
A FORMAÇÃO DA NAÇÃO PORTUGUESA NASCEU DE UMA VONTADE COLECTIVA

"É inegável que, independentemente do indiscutível génio político e militar de D. Afonso Henriques que soube granjear para a sua causa os favores das Ordens monástico-militares, como a Ordem do Templo, havia um sentimento colectivo já existente numa população que, desde tempos longínquos, estava enraizada e se identificava com o solo pátrio. Desse modo, a formação da nação portuguesa teve a sua raiz na vontade colectiva, animada por uma energia de continuidade milenar. Energia essa que provém das forças telúricas e da vontade divina.

Nestes termos, a história de Portugal não se inicia com a dinastia de Borgonha, mas, antes, nas suas raízes profundas e longínquas. Quando surgiu D. Afonso Henriques, a gestação de Portugal vinha já de muito longe e despontou no sangue dos descendentes heróicos dos lusitanos ciosos da sua identidade e independência.

O Estado autónomo que sucedeu à Reconquista cristã estava em germe desde a antiga Lusitânia. Portugal nasceu tanto pela vontade de D. Afonso Henriques e dos barões portucalenses, como pela visão política de S. Bernardo e pela acção militar dos cavaleiros templários, sem esquecer as “obscuras cristandades moçárabes em que o génio da raça se perpetuou iluminadamente”, com uma missão civilizadora e universalista." - Eduardo Amarante
 
ORIGEM ATLANTE PRESENTE NA ALMA PORTUGUESA
Na Península Ibérica, e de forma particular em Portugal, encontramos vestígios indesmentíveis das culturas pré-lusitanas, quer nos monumentos megalíticos, quer nas tradições locais, relativos aos cultos solsticiais .
Este povo, que erigiu monumentais blocos de pedra, com uma técnica e simbologia específicas, e que muito provavelmente seria originário da então raça atlante, teria afinidades com vários outros povos importantes na época, como sejam, os tartéssios a sul e os antepassados dos vikings a norte, constituindo, desse modo, a raiz pré-histórica do povo luso.

Para o general João de Almeida, a origem primitiva da raça portuguesa descendia dos sobreviventes da raça atlante, cuja última parte do continente (a Atlântida) foi engolida pelas águas do Atlântico aquando do último grande dilúvio da humanidade ocorrido há cerca de 11.500 anos. Segundo tradições antigas, os atlantes ou os seus descendentes..., após este grande cataclismo, teriam deixado em todo o Ocidente, não muito longe da costa, sinais escritos e construções megalíticas que coincidiam com linhas, caminhos ou vias, legando dessa forma uma indicação e, sobretudo, um ensinamento que, mais tarde, veio a ser descoberto e interpretado pelos druidas que, instruídos nessa via, puderam assim utilizá-lo. Esse conhecimento terá sido legado, posteriormente, à Ordem de Cister e, através dela, aos Cavaleiros da Milícia de Cristo, isto é, aos templários.
Fazendo fé nesta antiga tradição, a “raça portuguesa” teria um fundo atlante que seria anterior a todas as posteriores invasões e migrações territoriais. A este propósito, escreve o mesmo autor:
“O sentimento da existência da Atlântida nunca se perdeu, ele esteve sempre na memória dos lusitanos e perdura ainda na alma dos portugueses.”

Tratar-se-ia do inconsciente colectivo que actua na alma, no modus operandi do povo português. Essa reminiscência do continente perdido no fundo do Atlântico (que deu origem ao mito do Dilúvio e da Arca de Noé ) explicaria o carácter marítimo e expansionista dos portugueses, da alma lusa. E isto porque o seu inconsciente colectivo impele-os para a busca da aventura rumo ao desconhecido, como que à procura de algo que está para além da memória, alimentados pela eterna saudade do que foi e do que será.

Por mais paradoxal que seja, o português não encontra estímulos no tempo presente; é no passado (na nostalgia das origens, na saudade) e no futuro que ele se move, buscando nessa fonte a barca do seu destino e a força do seu génio.

in "TEMPLÁRIOS, Vol. 2 - A Génese de Portugal no Plano Peninsular e Europeu", Eduardo Amarante
See More

sábado, 17 de agosto de 2013

"Portugal é o último reduto da força espiritual templária que, através da Ordem de Cristo e de algumas personagens que renascem em diferentes gerações se tem mantido, mas Portugal tem potencial para, de repente, numa só geração, produzir suficientes homens iniciados com capacidade de endireitar o mundo."

in "Ser Português", Rainer Daehnhardt