Meditação por Portugal

Ao Encontro da Alma Luzitana

Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.

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BEM VINDOS

www.portograal.no.comunidades.net


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


Filha de Lys, teu gesto é fruto da alegria abençoada de te ter como aliada no Desígnio Sagrado da Criação. … a partir de Hoje chamar-te-ei sempre que os Homens me quiserem perto!

Minha Voz é a da Rainha, que usa a coroa de Lys!
Lys é o reino da Salvação.
Lys é o teu destino e o de todos os escolhidos para servirem o propósito do Amor que Cura.
Lys é o Reino que outrora criou o País onde hoje escolhes edificar o teu palácio…

Portugal é o ponto energético da Terra onde toda a família se reunirá para salvar aqueles que ainda sofrem.
Portugal, o Porto do Graal, o berço ao qual o filho (de Deus) regressará…
Portugal, a estrela que Fátima anunciou como aquela que (re)iniciaria o caminho da salvação. Aqui se escrevem as linhas que ditam a sorte dos Homens amados pelo espírito. Aqui se fazem novos Homens, capazes de compreender como a Dor é apenas um incitador para que se possa olhar profundamente para dentro do Ser, onde apenas o Amor é real…. Desse Amor nascerão as nações que constroem a Terra iluminada…

Em cada Coração, a cada oração, uma flor é semeada…… e a cada dia que passa várias são as flores que acordam, para tocarem com o sua aroma, a Verdade de Ser Humano.

Das águas adormecidas se vai erguer o derradeiro exemplo que inspirará definitivamente a mudança que todos esperam…

Querida filha, é aqui que tudo se vai erguer de novo para a Luz… destes dias se ouvirá falar em breve, pois da morte do ego, um imenso espírito colectivo tomará posse, e novas histórias serão escritas para honrar a força do Amor que tudo Une, na luz da existência…

O reinado do medo termina, assim que o Coração ascende ao toque da Verdade.
Apenas na ilusão alguém pode hesitar, na Verdade, toda a força do universo é uma aliada, e com toda a naturalidade o gesto do Homem se vê inspirado por Deus! Deus que és Tu, e todos os que se olham ao espelho sem medo de ver o próprio esplendor.

A tua capacidade para seres a portadora da Voz da aliança sempre te esteve prometida. Hoje estás pronta para activar tudo o que te pertence manifestar desde o Divino… Contigo muitos confiarão na absoluta presença da Luz do Amor na Terra, e o medo será transformado, por ser finalmente aceite, em vez de temido…

Agora, Aqui, neste tempo se manifestam os verdadeiros desejos da alma na Terra…

Confia! Em cada gesto!
Acorda! Em cada nascer do Sol!
Partilha! A cada nascer da Lua!

Agora é o Tempo de Ser… o Fazer vai seguir-se como uma arte que anuncia a poderosa transformação…

Vossa Rainha,
na Fonte de Lys


HOMENAGEM A PORTUGAL
de Maria Ferreira da Silva
em 09 Jun 2006
pág. 2 de 4

... Um ser quando já tem consciência da manifestação Divina, deixa a ilusão do livre arbítrio e só tem de preparar-se para cumprir o desígnio Divino, e já não tem vontade própria, condição ainda inerente àqueles que não têm consciência da sua divindade. Os que sabem quem são, só têm de aceitar a Vontade de Deus.
Os homens com o seu orgulho, independência e vaidade, abrem brechas que facilitam a entrada de influências vindas dos inimigos da Luz. Outros ligam-se a seres que por terem uma vibração menor e pouca evolução, facilmente os desviam do Plano ou Desígnio Divino, por vezes apresentando-se com intenções aparentemente nobres. Assim, para se trabalhar com os Mestres e Deus, e cumprir-se na totalidade a missão que compete, seja como suporte para a descida dum Avatāra, seja mesmo um Avatāra, é requerido um percurso espiritual intenso de meditação e afastamento da mediocridade do mundo, o que conduz ao despojamento dos escolhos da personalidade sendo o modo pelo qual se ouve a própria Alma e Deus. Temos de nos assemelhar na força a uma árvore que, no meio do deserto se prendeu firmemente à terra e que, mesmo abanada pela violência dos ventos, por nada será derrubada.

As forças do mal, todavia, são também necessárias à evolução a fim de que o homem faça um esforço contínuo sobre si mesmo, exercitando a inteligência para sobrepujá-las e prosseguir robustecido. Pelo seu lado elas também evoluem neste combate com as forças do bem e isto restabelece o equilíbrio universal e faz avançar a evolução. O mal existe para que o bem triunfe, e o mal, através do triunfo do bem, evolui. Um Avatāra vem sempre expor verdades espirituais, contudo vive incessantemente um drama, pois a humanidade afasta-se do seu propósito espiritual, ficando as mentes dos homens alheadas dessas linhas, acompanhando dificilmente um pensamento superior. Este drama transforma-se numa representação desempenhada no palco do mundo, sendo o Avatāra a figura principal entre as hostes de seres que o acompanham, (amigos e inimigos), que marca e regista historicamente a vida dum Avatāra.

Assim o objectivo deste livro é narrar um drama menor, numa antecipação e preparação para um drama maior, que marcará obviamente a vida espiritual e cultural de Portugal e que irradiará para o mundo a súmula da sabedoria realizada por Ele nesse momento da vida portuguesa e que, ao transpor as fronteiras, se tornará naturalmente sabedoria universal.
Este livro, feito a partir dos meus diários, abrange no tempo os anos de 1988 a 1993 e, no espaço para além de Portugal, a Inglaterra, Egipto (§), Índia, Nepal, Israel, Itália, Tibete, Tailândia, Madeira e Açores aonde viajei em missão espiritual.

Como já anunciei há alguns anos num pequeno livro intitulado “ Maitreya vem...” está a preparar-se um acontecimento de extrema importância que é a vinda do Senhor Maitreya (para os Cristãos é o Cristo), algures no tempo. Nesse livro conto, como tendo vivido casada e feliz vários anos, recebi inspirações espirituais que me indicavam ser necessário renunciar à família, ao mundo e ingressar num Mosteiro. Acabou por ser num Mosteiro Budista em Inglaterra, Amarāvati, onde aprofundei o desapego e a compreensão da ilusão do mundo e onde intensifiquei também a ligação com os Mestres, que por fim me deram uma missão para a qual tive de deixar também de ser monja e abandonar o Mosteiro, o que constitui agora a narrativa deste livro.

Quem são os Mestres, perguntarão?
Foram seres humanos que, pela sua alta evolução entraram já no Reino Espiritual, ou são grandes seres de outras evoluções ou origens que não a terrestre. Fazem parte de uma Hierarquia que liga a Divindade com a humanidade e procuram realizar o Plano Divino, inspirando os seres humanos. Por todos os povos têm passado ou surgido, e há narrativas por vezes extraordinárias dessas protecções e inspirações. (... continua)



(...anterior)
Os Mestres da Hierarquia Planetária, da qual a Ordem de Mariz é o ramo português, e com os quais trabalho são: o Mestre Jesus, que pela facilidade de ligação, ou afinidade refiro apenas como Mestre; Maitreya (1) ou Cristo, Aquele que se manifestou em Jesus na Palestina e que vem de novo; Mestre Morya; e Sanat Kumara, a quem chamam o “Rei do Mundo”.

Tenho tentado alertar as pessoas para as realidades espirituais falando dos Mestres, do Plano Divino e da ligação da nossa História com o trabalho da Ordem de Mariz, a Ordem Espiritual invisível de Portugal. Afirmo pois a necessidade de consciencialização de que no momento actual esta mesma Ordem Espiritual está activa em Portugal, quer nos meios espirituais, quer nos meios culturais, ainda que insuspeitada. Porém, há ainda muito a fazer-se nesses campos e, se na nossa História a cultura esteve sempre muito ligada à religião, agora é a hora de dar mais atenção à espiritualidade. Por isto se entende uma ligação directa com os próprios Mestres e a Ordem de Mariz. Que a cultura dê as mãos à pura espiritualidade, que obviamente também ainda se encontra nos ensinamentos e ambientes religiosos e então teremos uma grande oportunidade de expandir a nossa cultura, de realizar outros “descobrimentos” e de servir de novo o Plano Divino.

Para compreender-se a importância do momento actual, no qual se prepara por um lado, a vinda do Cristo ou Maitreya, por outro a do Avatāra nacional, convém saber que em Portugal têm reincarnado nas últimas décadas, muitos seres notáveis da nossa História, e que por dharma (2) ou karma (3), têm de continuar esta missão que vem sendo preparada há séculos. Posso mencionar alguns desses seres, conforme os tenho reconhecido ao longo destes anos. Aquele que foi D.Joäo I, tem feito um trabalho espiritual de ajuda a centenas ou milhares de pessoas. É um dos poucos seres que trabalha em grupo, com consciência de quem é, e da responsabilidade de ser membro da Ordem Espiritual Portuguesa. Também D.Duarte, filho de D.João I, inserido num grupo esotérico tem a consciência de quem foi e está a colaborar activamente, a seu nível com a Ordem de Mariz. Já o Infante Santo, assim como D.Afonso V, o Infante D.Pedro das Sete Partidas, D.João II, D.Afonso 1º Duque de Bragança, Infanta Santa Joana, etc, estão a trabalhar a sós ainda que se conheçam.

São seres de grande envergadura espiritual e trabalham com afinco na elevação espiritual dos portugueses, preparando-os para aceitarem e aspirarem à vinda de Cristo-Maitreya, de modo a que o campo astral e mental português e mundial possa melhorar e permitir a descida desse grande Ser e o êxito da Sua missão.
Há muitos portugueses com responsabilidades diversas que foram no passado Cavaleiros Templários, (§) bem como da Ordem de Cristo e de Aviz. Há já algum tempo que a Ordem de Mariz dizia, estarem em Portugal os seus membros trabalhando a diferentes níveis. Hoje que os conheço verifico a veracidade de tal informação. E porque se juntam de novo tantos seres neste momento? Porque assim como em alguns momentos cruciais da História, eles se encontraram ligados entre si, pelos mesmos ideais e lutas e pela ligação espiritual à Ordem de Mariz, assim também hoje é uma hora importante de cooperação, pois as condições kármicas ou evolutivas de Portugal requerem a descida de energias mais elevadas trazidas por esses seres, para um evento tão importante como é, a descida de Avataras.

Portugal, por todo o seu passado histórico ou cultural, reuniu incansavelmente as condições favoráveis para tal evento. Não é um privilégio, mas sim o fruto de grande trabalho, diverso e muitas vezes até inconsciente. As diferenças dos níveis de consciência de trabalho resumem-se no seguinte: os que trabalham em grupos recebem as directrizes da Ordem de Mariz, através de intermediários; e os mais avançados por intuições, e podendo ou não ter consciência da proveniência das instruções, os isolados ou independentes, e não são muitos, recebem conscientemente as instruções da Ordem a até directamente do Senhor Maitreya, ou de outros Mestres seus colaboradores.
pág. 3 de 4
Homenagem a Portugal

de Maria Ferreira da Silva

em 09 Jun 2006

(...anterior)
Os Mestres da Hierarquia Planetária, da qual a Ordem de Mariz é o ramo português, e com os quais trabalho são: o Mestre Jesus, que pela facilidade de ligação, ou afinidade refiro apenas como Mestre; Maitreya (1) ou Cristo, Aquele que se manifestou em Jesus na Palestina e que vem de novo; Mestre Morya; e Sanat Kumara, a quem chamam o “Rei do Mundo”.

Tenho tentado alertar as pessoas para as realidades espirituais falando dos Mestres, do Plano Divino e da ligação da nossa História com o trabalho da Ordem de Mariz, a Ordem Espiritual invisível de Portugal. Afirmo pois a necessidade de consciencialização de que no momento actual esta mesma Ordem Espiritual está activa em Portugal, quer nos meios espirituais, quer nos meios culturais, ainda que insuspeitada. Porém, há ainda muito a fazer-se nesses campos e, se na nossa História a cultura esteve sempre muito ligada à religião, agora é a hora de dar mais atenção à espiritualidade. Por isto se entende uma ligação directa com os próprios Mestres e a Ordem de Mariz. Que a cultura dê as mãos à pura espiritualidade, que obviamente também ainda se encontra nos ensinamentos e ambientes religiosos e então teremos uma grande oportunidade de expandir a nossa cultura, de realizar outros “descobrimentos” e de servir de novo o Plano Divino.

Para compreender-se a importância do momento actual, no qual se prepara por um lado, a vinda do Cristo ou Maitreya, por outro a do Avatāra nacional, convém saber que em Portugal têm reincarnado nas últimas décadas, muitos seres notáveis da nossa História, e que por dharma (2) ou karma (3), têm de continuar esta missão que vem sendo preparada há séculos. Posso mencionar alguns desses seres, conforme os tenho reconhecido ao longo destes anos. Aquele que foi D.Joäo I, tem feito um trabalho espiritual de ajuda a centenas ou milhares de pessoas. É um dos poucos seres que trabalha em grupo, com consciência de quem é, e da responsabilidade de ser membro da Ordem Espiritual Portuguesa. Também D.Duarte, filho de D.João I, inserido num grupo esotérico tem a consciência de quem foi e está a colaborar activamente, a seu nível com a Ordem de Mariz. Já o Infante Santo, assim como D.Afonso V, o Infante D.Pedro das Sete Partidas, D.João II, D.Afonso 1º Duque de Bragança, Infanta Santa Joana, etc, estão a trabalhar a sós ainda que se conheçam.

São seres de grande envergadura espiritual e trabalham com afinco na elevação espiritual dos portugueses, preparando-os para aceitarem e aspirarem à vinda de Cristo-Maitreya, de modo a que o campo astral e mental português e mundial possa melhorar e permitir a descida desse grande Ser e o êxito da Sua missão.
Há muitos portugueses com responsabilidades diversas que foram no passado Cavaleiros Templários, (§) bem como da Ordem de Cristo e de Aviz. Há já algum tempo que a Ordem de Mariz dizia, estarem em Portugal os seus membros trabalhando a diferentes níveis. Hoje que os conheço verifico a veracidade de tal informação. E porque se juntam de novo tantos seres neste momento? Porque assim como em alguns momentos cruciais da História, eles se encontraram ligados entre si, pelos mesmos ideais e lutas e pela ligação espiritual à Ordem de Mariz, assim também hoje é uma hora importante de cooperação, pois as condições kármicas ou evolutivas de Portugal requerem a descida de energias mais elevadas trazidas por esses seres, para um evento tão importante como é, a descida de Avataras.

Portugal, por todo o seu passado histórico ou cultural, reuniu incansavelmente as condições favoráveis para tal evento. Não é um privilégio, mas sim o fruto de grande trabalho, diverso e muitas vezes até inconsciente. As diferenças dos níveis de consciência de trabalho resumem-se no seguinte: os que trabalham em grupos recebem as directrizes da Ordem de Mariz, através de intermediários; e os mais avançados por intuições, e podendo ou não ter consciência da proveniência das instruções, os isolados ou independentes, e não são muitos, recebem conscientemente as instruções da Ordem a até directamente do Senhor Maitreya, ou de outros Mestres seus colaboradores. (... continua)
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Homenagem a Portugal

de Maria Ferreira da Silva

em 09 Jun 2006

(...anterior)

Ao ser um destes, tento agora com este livro feito de diários, ajudar os que se sentem preparados para estarem sós a compreenderem quanto é necessária a renúncia a nós próprios a aos outros para o Serviço dos Mestres, bem como os nossos karmas ou estados evolutivos podem ser acelerados quando a máxima aspiração brota e flui da nossa Alma. Os Mestres são exigentes e precisamos de nos temperar com a ousadia da auto-abnegação, não esperando recompensa. Precisamos de encher o nosso coração com a compreensão do Princípio e do Eterno e então a felicidade do Amor dos Mestres e de Deus, virá gradual e despercebidamente, como o crescimento das sementes e das flores.

Só então depois de despida a veste da personalidade, sem apegos e sem desejos egoístas, é que nos iremos juntar, e tanto pode ser nos planos visíveis, como invisíveis, trabalhando a um nível superior de consciência, directamente com Maitreya, inseridos num grupo especial de discípulos, os Iniciados. Temos então a consciência e a responsabilidade para O receber, ou para prepararmos intensamente o campo de forças necessário à Sua vinda, quer agora, ou mais tarde. O que interessa como Serviço é esta preparação energética, quer sejamos nós a recebê-LO, quer sejam outros futuramente.

Nota (1) - Maitreya, nome que vem do adjectivo sânscrito, “Maitri”, Compassivo e que é atribuído ao próximo iluminado divino ou Buddha (§). Corresponde ao Cristo, esperado na Sua segunda vinda pelos ocidentais, ou a outros seres das profecias de outras religiões.
(2) - Karma, palavra sânscrita, significativa da Lei de causa e efeito, “o que semeias, colhes”. É o resultado das nossas acções levadas a cabo em existências anteriores e nesta vida. Assim a nossa posição actual depende do karma. Os Upanisads, um dos conjuntos mais sagrados de textos da Índia, dizem: “Consoante a acção levada a efeito pelo homem, assim será a sua existência futura”.
(3) - Dharma- esta palavra sânscrita, significa lei, dever, missão própria de cada ser. Dharma e karma não são dissociados, um faz parte do outro, o que vai sendo construído de positivo em vidas sucessivas, acumula bom karma e é esse bem adquirido que se transforma em norma ou conduta prescrita.
(4) - Avatar- em sânscrito: Avatāra. Manifestação divina na Terra, incarnação total ou parcial num ser. Na religião Hindu, Krisna e Rāma são os mais conhecidos. No Ocidente, Jesus foi um “Avatāra”.


Para falar das origens da ORDEM DE MARIZ, temos que falar da ancestralidade de PORTUGAL, abrigando os restos humanos da 4.ª Sub-Raça Céltica ou Gaulesa desta 5.ª Raça-Mãe, a Ariana, cuja extensão abrangia a faixa geográfica do Cantábrico até ao Douro, logo, abrangendo a Galiza e o Minho descendo até ao Porto. Como prova da presença da ORDEM DE MARIZ na Galiza, podemos encontrar uma localidade, perto da rota para San Juan de la Peña, nas Astúrias, chamada MARIZ. A Sabedoria Iniciática das Idades ou Tradição Primordial, fala-nos da origem do nome PORTUGAL como Porto Galo ou dos Gauleses, mas também e essencialmente PORTO-GRAAL, “PORTO DO GRAAL”, Abrigo do Santo Cálice da Última Ceia, e assim ao Mistério do Santo Sangue Real de todos os AVATARAS se ligar o nosso País desde a remota Era de MU ou a ATLÂNTIDA. Mistério esse renovado no início do Cristianismo Peninsular pelo Apóstolo SANTIAGO MAIOR, 60 anos após a Tragédia do Gólgota, tendo mandado construir próximo de BRAGA, Primaz da Hispânia, no lugar da “Fonte do Ídolo” o primeiro templo cristão ibérico que dedicou à Mãe de Deus sob o Orago STELLA MARIS, culto prosseguido séculos depois, de maneira apologética apesar de secretíssima por sua rendição cultual aos Mistérios de MELKITSEDEK, interditos à Humanidade vulgar, pela Soberana ORDEM DE MARIZ, constituída pelos 111 ASSURAS antigos INICIADOS KURATS ou ATLANTES entretanto reencarnados em novos corpos, os mesmíssimos que se interiorizaram há 6500 anos, aquando do último cataclismo geológico que destruiu o que ainda restava da ATLÂNTIDA, na Montanha que se tornou MONTE SANTO e Mansão Secreta do Manu ário-atlante UR-GARDAN, ou seja, a de KURAT ou KURAT-AVARAT, significando “a medida perpendicular da Terra ao Sol”, a qual é hoje universalmente conhecida por SINTRA. Temos, assim, que da ORDEM TRIBUTÁRIA DE KURAT, atlante, nasceu a ORDEM TEMPLÁRIA DE MARIZ, ariana, igualmente Tributária cujos Adeptos eram reconhecidos pelo barrete frígio que usaram, por exemplo, na Cavalaria do Mar em Quinhentos.

Em Sintra, onde o CONDE D. HENRIQUE DE BORGONHA e seus pares mais ilustres estiveram por várias vezes muito antes da reconquista definitiva aos Mouros, destes os seus mais sábios Iniciados nos Mistérios de SALÉM, a “Terra do Centro”, diz a Tradição que facultaram a alguns dos Barões borgonheses, perfilados ORDEM DE AVARAT, “A Tradição dos nossos Maiores” (possivelmente sendo sobretudo a estes que Camões apontou como os “BARÕES ASSINALADOS”), o acesso aos saberes secretos correlacionados à tradicionalmente conhecida SURA-LOKA (Embocadura Aghartina de SINTRA), tendo-os instruído quanto à criação e fundação futura de uma Nova Ordem que fosse francamente JINA. Nessa época, estava na chefia dos 111 ASSURAS “Sintrianos” o Grande Mestre AB-ALLAH, que terá profetizado ao CONDE D. HENRIQUE que o seu primogénito haveria de ser Rei de País Soberano e Chefe de Ordem Maior. É assim que, entrados no século XII e já morto o CONDE D. HENRIQUE, o jovem seu filho AFONSO HENRIQUES, encabeça uma plêiade de SÁBIOS, SANTOS e GUERREIROS das três correntes tradicionais do Livro (Judeus, Cristãos e Árabes) e dirigem-se a um recanto fundo no Norte do País, a SÃO LOURENÇO DE ANSIÃES, junto a CARRAZEDA DE ANSIÃES, no Distrito de BRAGANÇA, e aí reunindo-se os 32 Membros do CULTO DE MELKITSEDEK mais o jovem Príncipe, este é duplamente reconhecido: Chefe Supremo da recém-formada ORDEM de MARIZ e Rei incontestado do País que se criava, portanto, Senhor dos Dois Poderes, ESPIRITUAL e TEMPORAL, PAX ET LEX, prerrogativas do próprio MELKITSEDEK assim como do Arcanjo MIKAEL, que ao par de MARIA são o Orago de PORTO-GRAAL.

Tem-se assim na constituição dos 33 Membros iniciais da ORDEM DE MARIZ:

1 GRÃO-MESTRE
 12 GOROS (JUDEUS)
 10 CAVALEIROS (CRISTÃOS)
 10 ARQUEIROS (ÁRABES)

TOTAL: 33 OFICIAIS (MAKARAS)

MAIS
 78 SUB-OFICIAIS (ASSURAS):
 25 ASSURAS “JUDEUS” (CABALISTAS)
 25 ASSURAS “CRISTÃOS” (GNÓSTICOS)
 25 ASSURAS “ÁRABES” (ALQUIMISTAS)
 2 MINISTROS DO GRÃO-MESTRE
 1 CONTRAPARTE FEMININA DO GRÃO-MESTRE

TOTAL COMPLETO:
 111 ASSURAS.

Diz a Tradição Iniciática que AFONSO HENRIQUES era a reencarnação do primitivo Manu UR-GARDAN, associado ao ULISSES da mitologia grega, este que na realidade fora o Rei atlante LISSIPO, o qual juntamente com a Rainha atlante LISSIPA governaram a cidade de ULISSIPA, hoje LISBOA, que se estendia até à actual SINTRA, nesse tempo chamada KURAT, como já foi referido. Os KURATS atlantes que haviam caído com a queda espiritual e material da Quinta Cidade e Capital do Continente, APTALÂNTIDA, ou melhor, MUAKRAM, estavam agora reencarnados nos ASSURAS AVARATS que viriam a ser reorganizados pelos MAKARAS MARIZES, sob a direcção suprema de EL RIKE, ANRIQUE ou HENRIQUE, nome considerado tão sagrado que só nos fins do século XIII se vulgarizou, pois até aí só Seres de grande distinção tinham direito a ele.

A ORDEM DE MARIZ fundada espiritualmente em SÃO LOURENÇO DE ANSIÃES, temporalmente teria a sua fundação no próximo Castelo TEMPLÁRIO de CARRAZEDA DE ANSIÃES, com a sua igreja de SÃO SALVADOR DO MUNDO, neste caso, SALVADOR (ESPIRITUAL) de PORTUGAL AO MUNDO. A ORDEM DOS TEMPLÁRIOS era assim o “Escudo Defensivo” da ORDEM DE MARIZ, portanto, sendo causalidade e não casualidade a presença de vários castelos TEMPLÁRIOS em Trás-os-Montes, implantados em enclaves mágicos, num óbvio propósito geognósico em servir de “Muralha de Protecção” rodeando o Centro Supremo e Espiritual da ORDEM TEMPLÁRIA, ou seja, o enclave mágico de SÃO LOURENÇO DE ANSIÃES e o Cabido Teúrgico da ORDEM DE MARIZ.

Formado o novo País, MIKAEL ou SÃO MIGUEL iria tornar-se o Arcanjo Custódio ou Guardião de PORTUGAL, a par da imagem fulgurante da VIRGEM MARIA ou VIRGINI MARIAE, Ícones Vivos da AUTORIDADE ESPIRITUAL do novo País PORTUGAL, a partir daí e para sempre protegido pelas vetustas e vivificantes Energias Crísticas e Angelicais de MIKAEL e da MÃE DIVINA, MARIA, VIRGEM “ESTRELA DO MAR” (VIRGO STELLA MARIS) que é VÉNUS, e com isso ALLAMIRAH, “O Olhar Celeste”, seu outro e mais transcendente Nome. Eis porque a ORDEM DE MARIZ possui carácter francamente Mariano, Hipertúlico, o que justifica a quantidade inumerável de imagens, ícones e aparições de santas que se cultuam em PORTUGAL. O próprio nome MARIZ (MARIDJ, em árabe) tem por origem MARIA, MAR, MARIS, MARU, MAKARA, MORIA, MOURO, etc.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

PORTUGAL.........
Cumpriram-se os mares, o império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal?...

Este país de reis foi e é também um Porto de Paz (PORTO-GRAAL), ou um ?Lugar de Luz? (LUX-CITANIA), cujo significado místico na rota dos tempos deu ao Mundo o seu contributo de Além-Mar.

E se entendermos também qual o significado oculto da Bandeira portuguesa com suas cores

Verde/Vermelho e o Escudo Dourado ao centro, ladeado por 7 Castelos com 5 quinas dentro das quais existem 5 pontos que representam as chagas de Cristo, então descobriremos um tal ?Segredo? que o ilustre Fernando Pessoa entendeu e que o levou a dizer:

?Cumpriram-se os mares, o império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal?...

7 castelos + 5 quinas +1 Esfera= 13

12 apóstolos + Cristo =13

Calendário das 13 Luas

Cabe ao nosso país, segundo muitos esoteristas, o ?Arcano 13? do Tarot que representa a Morte que é também chamado o Arcano da Imortalidade. Simboliza o papel decisivo que cabe a Portugal na morte do homem velho, para o nascimento do homem novo, o Homem Arquetipal, aquele que dará definitivamente início à já tão esperada ?Idade de Ouro? ou do Espírito na Era de Aquário.

A cor VERDE, normalmente associada à Esperança dos homens, representa ocultamente uma das duas Energias Cósmicas - O FOGO FRIO ou ?HÁLITO DIVINO? CAÍDO DOS CÉUS - O FOHAT ? PURUSHA - ESPÍRITO.

O VERMELHO, significando o sangue derramado de todos os que lutaram e morreram pela Pátria, representa ocultamente O FOGO QUENTE SERPENTINO, IRRADIADO DO CENTRO DA TERRA ? A KUNDALINI, PRAKRITI ? MATÉRIA.

Nas duas cores da Bandeira de Porto-Graal, estão expressas as duas principais Forças que originaram a Vida - ESPÍRITO E MATÉRIA - e sobre estas duas cores aparece a esfera armilar a representar o Mundo, a sugerir que toda a Evolução processada no nosso planeta tem por base primordial a conjunção destas duas Forças.

Sobre a esfera armilar que representa o Mundo, aparecem os sete castelos dourados que tanto representam a cidade das 7 colinas como simbolizam, os 7 Pilares relacionados com a existência dos ?Sete Dhyanis? Ou Seres Superiores que amparam e regem os destinos da Humanidade.

As cinco quinas representam as cinco chagas de Cristo dispostas em cruz, num país de Cruzadas que levou a sua Mensagem além-Mar e que de novo se cumprirá como Mensageiro duma Nova Era (Aquário) quando retomar o Caminho iniciado há muito mas desviado do seu verdadeiro sentido que será corrigido no tempo certo para o qual foi predestinado Portugal numa Nova Era Universal, porquanto se levantará de novo como se canta no hino nacional.

O Azul é a cor da espiritualidade, representado nas cores iniciais da Bandeira Lusa que certa Confraria Branca Esotérica imprimiu como que profetizando o papel relevante de Portugal nos acontecimentos futurosque a sabedoria popular pressente na enigmática frase da ?Padroeira? que diz: ?Portugal será perseguido mas nunca vencido?, e nele existe um Segredo no Centro que a seu tempo será revelado?
PORTUGAL.........
 Cumpriram-se os mares, o império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal?...
 
Este país de reis foi e é também um Porto de Paz (PORTO-GRAAL), ou um ?Lugar de Luz? (LUX-CITANIA), cujo significado místico na rota dos tempos deu ao Mundo o seu contributo de Além-Mar.
 
E se entendermos também qual o significado oculto da Bandeira portuguesa com suas cores 

Verde/Vermelho e o Escudo Dourado ao centro, ladeado por 7 Castelos com 5 quinas dentro das quais existem 5 pontos que representam as chagas de Cristo, então descobriremos um tal ?Segredo? que o ilustre Fernando Pessoa entendeu e que o levou a dizer: 

?Cumpriram-se os mares, o império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal?...
 
7 castelos + 5 quinas +1 Esfera= 13
 
12 apóstolos + Cristo =13
 
Calendário das 13 Luas
 
Cabe ao nosso país, segundo muitos esoteristas, o ?Arcano 13? do Tarot que representa a Morte que é também chamado o Arcano da Imortalidade. Simboliza o papel decisivo que cabe a Portugal na morte do homem velho, para o nascimento do homem novo, o Homem Arquetipal, aquele que dará definitivamente início à já tão esperada ?Idade de Ouro? ou do Espírito na Era de Aquário.
 
A cor VERDE, normalmente associada à Esperança dos homens, representa ocultamente uma das duas Energias Cósmicas - O FOGO FRIO ou ?HÁLITO DIVINO? CAÍDO DOS CÉUS - O FOHAT ? PURUSHA - ESPÍRITO.
 
O VERMELHO, significando o sangue derramado de todos os que lutaram e morreram pela Pátria, representa ocultamente O FOGO QUENTE SERPENTINO, IRRADIADO DO CENTRO DA TERRA ? A KUNDALINI, PRAKRITI ? MATÉRIA.
 
Nas duas cores da Bandeira de Porto-Graal, estão expressas as duas principais Forças que originaram a Vida - ESPÍRITO E MATÉRIA - e sobre estas duas cores aparece a esfera armilar a representar o Mundo, a sugerir que toda a Evolução processada no nosso planeta tem por base primordial a conjunção destas duas Forças.
 
Sobre a esfera armilar que representa o Mundo, aparecem os sete castelos dourados que tanto representam a cidade das 7 colinas como simbolizam, os 7 Pilares relacionados com a existência dos ?Sete Dhyanis? Ou Seres Superiores que amparam e regem os destinos da Humanidade.
 
As cinco quinas representam as cinco chagas de Cristo dispostas em cruz, num país de Cruzadas que levou a sua Mensagem além-Mar e que de novo se cumprirá como Mensageiro duma Nova Era (Aquário) quando retomar o Caminho iniciado há muito mas desviado do seu verdadeiro sentido que será corrigido no tempo certo para o qual foi predestinado Portugal numa Nova Era Universal, porquanto se levantará de novo como se canta no hino nacional.
 
O Azul é a cor da espiritualidade, representado nas cores iniciais da Bandeira Lusa que certa Confraria Branca Esotérica imprimiu como que profetizando o papel relevante de Portugal nos acontecimentos futurosque a sabedoria popular pressente na enigmática frase da ?Padroeira? que diz: ?Portugal será perseguido mas nunca vencido?, e nele existe um Segredo no Centro que a seu tempo será revelado?
PORTO-GRAAL E O "V IMPÉRIO"

Outrora tendo sido uma grande potência no Mundo, o país mais avançado em questões náuticas ou de navegação, possuidor dum vasto Império além-mar na época dos Descobrimentos, Portugal (Hispânia na altura pela sua localização dentro da Peninsula Ibérica), é hoje um país que anda em busca de suas origens perdido no tempo de sua Alma Ancestral. Porém, é dentro de si mesmo que reúne o conhecimento templário dos Mistérios Antigos e segredos do “Santo Graal”. O ilustre Mestre Lima de Freitas, sabia isso e fez seus quadros inspirados cujos temas ilustrados no livro PORTO DO GRAAL, mostram "a riqueza ocultada da tradição mítico-espiritual portuguesa" que Fernando Pessoa já tinha vislumbrado e transmitido em sua ‘Mensagem’ que poucos ainda entendem quando profetizava: “Cumpriram-se os Mares, o Império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal!”, o do V Império, como reino Espiritual e não como uma potência económica mundial.

Na verdade caberá a este pequeno país à Beira-Mar plantado o seu papel que o saudoso Prof. Agostinho da Silva idealizava como o “Menino Jesus das Nações”, sabedor duma Verdade Transcendental acima de todas as crenças e religiões, dogmas ou superstições. Aqui está a luz vinda do Oriente que iluminará por inúmeras gerações. Este país lusitano (de Lux-Citânia, lugar de Luz) será o “Mensageiro” da Nova Era, simbolizado pelo número 515 no livro de Dante que levará a toda a parte o “Selo Solar” desvelado há muito pelos que já libertaram suas mentes e fizeram melhores seus corações.

Aliás, já dizia o distinto teósofo Prof. Henrique José de Sousa o seguinte: "Entre todas as raças da humanidade, desde o alvorecer dos tempos, existe a tradição de uma Terra Sagrada ou Paraíso terrestre, onde os mais elevados ideais da humanidade são realidades vivas. Este conceito é encontrado nos escritos mais antigos e nas tradições dos povos da Europa, Ásia Menor, China, Egito e Américas. Esta terra sagrada pode ser conhecida somente das pessoas merecedoras, puras e inocentes, razão pela qual constitui o tema central dos sonhos da infância".

Por fim, uma lenda Oriental vaticina que "o cálice sagrado (o Graal que já esteve em Portugal) será encontrado quando se aproximarem os tempos de Shamballah", o lendário reino do Prestes João da Tradição Lusiada, os Reinos Internos da Terra ou Agharta, o V.I.T.R.I.O.L. dos Rosacruzes ou da Maçonaria, o Lugar Sagrado onde Melquisedeque dirige os "destinos do Mundo".

Para terminar, deixo aqui um poema do poeta português Augusto Ferreira Gomes (o melhor amigo de Fernando Pessoa) que se exprime assim:

Ao noturno passado - fé crescente -

erguendo olhos em sombras abismados,

e fechando-os de novo marejados

pelo sinal da névoa ainda ausente,

todos sentem que a alma, em vão dormente,

cisma com horizontes dilatados;

e vivem a verdade de esperados

domínios. E assim, abstratamente,

se constrói um Império ao pé do Mar,

- sentido universal de um só altar -

fundindo-se no céu imenso e aberto...

Gentes! Esperai que Deus, com sua mão,

desfaça para sempre a cerração

que envolve há tanto tempo o Encoberto...

Quando dado o sinal, o Império for

e quando o Ocidente ressurgir,

no momento marcado hão de tinir

pelos ares as trombetas do Senhor.

E haverá pelos céus, só paz e amor.

Um só Cálix de Ouro há de fulgir,

uma só cruz na Terra há de existir,

sem inspirar receio nem temor...

Será a hora estranha da Verdade.

E morta a pompa do pagão sentido,

surgirá, então a Outra Idade.

Acabará este viver incerto.

Será o Império único e unido

Quando der sinal o Encoberto!

E o "V Império" surgirá na Terra, sob o Alvorecer duma Nova Era!

Rui Palmela

http://clientes.netvisao.pt/alvorecer/porto_do_graal.htm
 
Maria Madalena e o Santo Graal
Um grupo aberto, para quem acredita na verdadeira história que Dan Brown fez o mundo conhecer. História verdadeira, que sociedades secretas admitem idéias.Comunidade para fórum,livros e trocas de informações!
SINTRA, A SERRA DA LUA
A santificação do lugar é muito anterior à vinda dos Romanos para a Península Ibérica. Nos tempos proto-históricos, este monte sagrado situado nas proximidades de Lisboa tinha o nome de Serra da Lua. Da época romana temos, também, da região de Sintra, inscrições consagradas ao Sol e à Lua. “Não seria de estranhar, escreve Leite de Vasconcelos, que os Fenínios ali tivessem um santuário com a invocação da Lua, como decerto os tinham no Sacro Promontório em honra de outros deuses: em tal caso o respectivo nome da divindade seria Astarte, deusa semítica da Lua e do oceano, a que os Gregos fizeram corresponder Afrodite.”
Etimologicamente, a palavra Sintra provem de Sin, nome que os Babilónios davam à Lua e do qual os hebreus extraíram SINAI (do caldeu SIN-AI = Monte da Lua). O sufixo TRA (SIN + TRA), que significa três, foi acrescentado pelos antigos Lusos, para, dessa forma, designarem “o conjunto de três coisas, qualidades ou atributos da deusa Sintra, no seu aspecto de Lua no Céu, Diana na Terra e Hécate no Inferno.”

In "UNIVERSO MÁGICO E SIMBÓLICO DE PORTUGAL", Eduardo Amarante
SINTRA, A SERRA DA LUA
 A santificação do lugar é muito anterior à vinda dos Romanos para a Península Ibérica. Nos tempos proto-históricos, este monte sagrado situado nas proximidades de Lisboa tinha o nome de Serra da Lua. Da época romana temos, também, da região de Sintra, inscrições consagradas ao Sol e à Lua. “Não seria de estranhar, escreve Leite de Vasconcelos, que os Fenínios ali tivessem um santuário com a invocação da Lua, como decerto os tinham no Sacro Promontório em honra de outros deuses: em tal caso o respectivo nome da divindade seria Astarte, deusa semítica da Lua e do oceano, a que os Gregos fizeram corresponder Afrodite.” 
Etimologicamente, a palavra Sintra provem de Sin, nome que os Babilónios davam à Lua e do qual os hebreus extraíram SINAI (do caldeu SIN-AI = Monte da Lua). O sufixo TRA (SIN + TRA), que significa três, foi acrescentado pelos antigos Lusos, para, dessa forma, designarem “o conjunto de três coisas, qualidades ou atributos da deusa Sintra, no seu aspecto de Lua no Céu, Diana na Terra e Hécate no Inferno.” 

In "UNIVERSO MÁGICO E SIMBÓLICO DE PORTUGAL", Eduardo Amarante