Meditação por Portugal
Ao Encontro da Alma Luzitana
Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.
http://www.facebook.com/#!/groups/296337117096239/
BEM VINDOS
www.portograal.no.comunidades.net
Vamos postar aqui todos os contributos que vão sendo postados no facebock no grupo da meditação.
http://www.facebook.com/#!/groups/296337117096239/
BEM VINDOS
www.portograal.no.comunidades.net
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
A CARTA DE VICTOR HUGO AO DIÁRIO DE NOTICIAS EM 1867
"PORTUGAL FOI O PRIMEIRO PAÍS EUROPEU A ABOLIR A PENA DE MORTE.PRIMEIRO PARA OS CRIMES CIVIS EM 1867,NO REINADO DO REI D.LUIS E DEPOIS EM 1911,PARA TODOS OS CRIMES INCLUINDO OS MILITARES.
...
Esta decisão mereceu a homenagem do célebre escritor francês Victor Hugo.Numa carta publicada na edição do Diário de Noticias em 10 de Julho de 1867 o autor de "Os Miseráveis" escreveu:
ABOLIR A MORTE LEGAL DEIXANDO Á MORTE DIVINA TODO O SEU DIREITO E TODO O SEU MISTÉRIO É UM PROGRESSO AUGUSTO ENTRE TODOS .FELICITO O VOSSO PARLAMENTO,OS VOSSOS PENSADORES,OS VOSSOS ESCRITORES E OS VOSSOS FILÓSOFOS!FELICITO A VOSSA NAÇÃO.PORTUGAL DÁ O EXEMPLO Á EUROPA.(....)
A EUROPA IMITARÁ PORTUGAL.MORTE Á MORTE!...GUERRA Á GUERRA!...ÓDIO AO ÓDIO!...VIVA A VIDA!..."
VICTOR HUGO
"PORTUGAL FOI O PRIMEIRO PAÍS EUROPEU A ABOLIR A PENA DE MORTE.PRIMEIRO PARA OS CRIMES CIVIS EM 1867,NO REINADO DO REI D.LUIS E DEPOIS EM 1911,PARA TODOS OS CRIMES INCLUINDO OS MILITARES.
...
Esta decisão mereceu a homenagem do célebre escritor francês Victor Hugo.Numa carta publicada na edição do Diário de Noticias em 10 de Julho de 1867 o autor de "Os Miseráveis" escreveu:
ABOLIR A MORTE LEGAL DEIXANDO Á MORTE DIVINA TODO O SEU DIREITO E TODO O SEU MISTÉRIO É UM PROGRESSO AUGUSTO ENTRE TODOS .FELICITO O VOSSO PARLAMENTO,OS VOSSOS PENSADORES,OS VOSSOS ESCRITORES E OS VOSSOS FILÓSOFOS!FELICITO A VOSSA NAÇÃO.PORTUGAL DÁ O EXEMPLO Á EUROPA.(....)
A EUROPA IMITARÁ PORTUGAL.MORTE Á MORTE!...GUERRA Á GUERRA!...ÓDIO AO ÓDIO!...VIVA A VIDA!..."
VICTOR HUGO
Infelizmente houve vários grandes erros de Portugal, ou digamos antes das pseudoelites portuguesas traidoras ignorantes, fantoches ou a soldo dos poderes ocultos internacionalistas! Porque por pior que esteja o país, nunca deixará de ser aquilo para que foi com muita antecedência projectado, já pelas alturas da designada Terra de Ophiucus, Terra das Serpentes, algo para lá dos 12 mil anos, quando se fixam os primeiros colonos semitas-originais, liderados por sacerdotes grandes iniciados “as Serpentes”, na Península Ibérica, principalmente no que é hoje Portugal. Que depois adoptou o nome de Portucale (Porto ou Porta do Graal, sendo o termo mais correcto ao que ao nível do simbolismo e da tradição concerne, será Porta e não Porto, apesar de ser ambos ao mesmo tempo). Tendo sido depois pelas mãos dos Templários, da Casa de Borgonha e por Cristãos Arianos Portucalenses e Borgonheses que se materializou / cristalizou o Projecto de Portugal, cuja figura que lhe deu a face foi S. Bernardo de Claraval. Muito se querem apagar da nossa história estes factos inegáveis!
Navega Portugal , Navega ...
Pintura
Maravilhosa de Roque
Gameiro
«
A Hora é chegada Portugal !
A
Alma Marinheira
Portuguêsa
Navega nas Lágrimas de
Ventura que Chovem dos
Lusitânos
olhos Ocidentais ...
»
SMaciel
“ Portugal, volta ao Mar, aos teus Navios .
Portugal volta de nôvo ao Homem, ao
Marinheiro, volta à tua
Terra, à tua
Fragrância e à tua Razão Livre ao Vento …volta
à Luz Matutina
do Cravo e da Espuma.
Mostra-nos o
teu Tesoiro, os teus homens, as tuas mulheres, e
não escondas
mais o teu Rôsto de Embarcação Valente a
Avançar nos
Confins do Oceâno.
Portugal,
Navegante, Descobridôr de Ilhas, Inventôr de
Pimentas,
Descobre o Nôvo Homem, as Ilhas Afortunadas ,
Descobre o
Arquipélago do Tempo.
A súbita
Aparição do Pão sôbre a Mesa, a Aurora, Descobre-A
tu , Ó
Descobridôr de Auroras.
Como é que pode sêr
?!
Como é que podes negar-Te ao
Ciclo da Luz , tu que Mostraste
caminhos aos Cegos
?!
Tu, ó Dôce ,
Férreo , Velho, Estreito e Amplo Pai do Horizonte,
como é que
podes fechar a Porta , ao Vento com Estrelas do
Oriente
?!
Ó Prôa da Europa , procura na
Correntêza as Ondas
Ancestrais , a
Marítima Barba de Camões.
Rompe as
teias-de-aranha que cobrem a tua Fragrante Copa
de Verdura e
então a nós outros, Filhos dos teus Filhos,
aquêles para
quem Descobriste a Areia até então escura da
Geografia
Deslumbrante, mostra-nos que podes Atravessar
de Nôvo , o
nôvo Mar escuro e Descobrir o Homem que nasceu
nas maiores
Ilhas da Terra
.
Navega,
Portugal, a Hora chegou ! Levanta a tua Estatura
de
Prôa
, e entre as ilhas e os homens Volta a Sêr Caminho .
Nesta
Hora , Congrega a tua Luz, volta a sêr Vela , e de nôvo
Aprenderás
a Sêr Estrêla ”.
(
Pablo Neruda - 1954 / Tradução para Português
de S
Maciel )
O Plano do Senhôr para Portugal : O Milagre de Ourique !
A
Batalha de Ourique e o nascimento do Reino
de Portugal
Foi a partir da Batalha de Ourique que nascêu o
Reino de Portugal . Ao enfrentar os Mouros , os Portuguêses achavam-se em
grande inferioridade numérica, sendo que muitos cronistas idóneos , referem-se a
cem Mouros para cada Lusitano. Nessa situação crítica, Nosso Senhôr veio em
auxílio dos Cristãos e designou definitivamente D. Afonso Henrique como Rei dos
Portuguêses.
Bastaria a tradição do aparecimento de Cristo, o nosso
Salvadôr , mercê feita a El-Rey D. Afonso Henriques, mas esta é ainda
confirmada, pelos textos dos nossos autôres, assim como o de muitos estrangeiros
gravíssimos, para se têr como certo o favôr que Dêus Nosso Senhôr quis fazer à
Nação Portuguêsa. Mas para maior confirmação , ordenou o mesmo senhôr El-Rey ,
parece que com particular providência, que nos ficasse outra memória
ilustríssima dessa verdade. E é uma escritura autêntica em que o mêsmo rei D.
Afonso jura pêlos santos Evangelhos como viu com os seus próprios olhos o
Salvadôr do mundo na forma que temos contado.
Achou-se, no ano de 1506, no cartório do
Real Mosteiro de Alcobaça e foi instrumento o Doutôr Frei Bernardo de Brito,
cronista-mor de Portugal, a quem o Reino deve com a glória adquirida pêlos seus
escritos, as graças de tão ditôso achado. É um pergaminho de lêtra antiga, já
gasto, com o sêlo de El-Rey D. Afonso, e outros quatro de cêra vermelha, com
pendentes de fios de sêda da mêsma côr, confirmado por pessôas de autoridade, em
que se fundamenta o maior crédito humano que pode havêr em escrituras.
O
Doutôr Frei Lourenço do Espírito Santo, Abade então daquela Casa Geral da Ordem
de Cister, nêste reino, pessôas de grandes lêtras e muita prudência, julgou sêr
vontade de Dêus divulgar-se por tôdos esta memória. E assim, indo a Lisboa,
alevou o pergaminho e mostrou aos senhôres do governo, e depois fazendo jornada
à côrte de Madrid, o apresentou
ao católico rei D. Felipe II, e o viram também muitos grandes da sua côrte, e por tôdos foi venerado e estimado como merecia , um documento de tanto prêço, do qual o teor é o seguinte:
“Eu, Afonso, Rei de Portugal, filho do
Conde D Henrique e neto do grande Rei D. Afonso, diante de vós, Bispo de Braga e
Bispo de Coimbra e Teotónio, e de tôdos os demais vassalos do mêu reino, juro
nesta Cruz de metal, e nêste livro dos Santos Evangelhos, em que eu pônho as
minhas mãos, que êu, miserável pecadôr, vi com estes olhos indignos a Nosso
Senhôr Jesus Cristo estendido na cruz, do modo seguinte:
“Êu estava com o meu exército nas terras do
Alentejo, no Campo de Ourique, para dar batalha a Ismael e outros quatro reis
mouros que tinham consigo infinitos milhares de homens. E a minha gente ,
temerosa da sua multidão, estava muito atribulada e triste. Em tanto que
publicamente, diziam alguns sêr temeridade acometêr tal jornada. E eu, enfadado
do que ouvia, comecei a cuidar comigo o que faria. E como estivesse na minha
tenda um livro em que estava escrito o Testamento Velho e o de Jesus Cristo,
abri-o e li nele a vitória de Gedeão, e disse para mim mesmo. Muito bem sabeis
vós, Senhor Jesus Cristo, que por Amôr Vosso tomei sobre mim esta guerra contra
os Vossos adversários. Em Vossa Mão está, dar a mim e aos mêus, fortaleza para
vencêr estes blasfemadores do Vosso Nôme.
“Ditas estas palavras, adormeci
sôbre o livro e comecei a sonhar que via um homem velho vir para onde eu estava
e que me dizia: Afonso, tem confiança, porque vencerás e destruirás estes reis
infiéis e desfarás a sua potência e o Senhor Se te mostrará.
“Estando nesta visão, chegou João Fernandes
de Souza, meu camareiro, dizendo-me: Acorde senhôr mêu, porque está aqui um
homem velho que vos quer falar. Entre - respondi-lhe - se é cristão.
“E
tanto que entrou, conheci sêr aquêle que no sonho vira, o qual me
disse:
“Senhôr, tende bom coração, vencereis e não sereis vencido. Sois
amado do Senhôr, porque sem dúvida Pôs sobre vós, e sôbre a vossa geração depois
dos vossos dias, os olhos da Sua Misericórdia, até a décima sexta descendência,
na qual se diminuirá a sucessão, mas nela assim diminuída, Êle tornará a pôr os
olhos e Verá. Êle me Manda dizêr-vos que quando na seguinte noite ouvirdes a
campainha da minha ermida, na qual vivo há sessenta e seis anos guardando no
meio dos infiéis com o favôr do mui Alto, saiais fora do Real, sem nenhum
criado, porque vos Quer mostrar a Sua grande Piedade.
“Obedeci, e prostrado em terra, com muita
reverência, venerei o embaixadôr e Quem o mandava. E como, pôsto em oração,
aguardava o som, na segunda vela da noite ouvi a campainha, e armado com espada
e rodela, saí fora dos reais, e súbitamente vi à parte direita, contra o
nascente, um raio resplandecente e indo-se pouco a pouco clarificando, cada hora
se fazia maior.
E pondo de propósito os olhos para aquela parte, vi de repente, no próprio raio o sinal da Cruz, mais resplandecente que o Sol, e um grupo grande de mancebos resplandecentes, os quais creio que seriam os santos anjos. Vendo pois esta visão, pondo à parte o escudo e a espada, (...) me lancei de bruços e desfeito em lágrimas comecei a rogar pela consolação dos meus vassalos, e disse sem nenhum temôr:
“A que fim me apareceis, Senhôr? Quereis
porventura acrescentar fé, a quem tem tanta? Melhor é, por certo, que Vos vejam
os inimigos e creiam em Vós, que êu que dêsde a fonte do baptismo Vos conheci
por Dêus verdadeiro, Filho da Virgem e do Padre Eterno, e assim Vos conheço
agora.
“A Cruz era de maravilhosa grandeza, levantada da terra quase dez
côvados. O Senhôr , com um tom de voz suave, que as minhas orelhas indignas
ouviram, disse-me:
“Não te apareci dêste modo para acrescentar a tua fé, mas para fortalecêr o têu coração nêste conflito, e fundar os princípios do têu reino sobre pedra firme. Confia, Afonso, porque não só vencerás esta batalha, mas tôdas as outras em que pelejares contra os inimigos da minha Cruz. Acharás a tua gente alegre e esforçada para a peleja, e te pedirá que entres na batalha com o título de Rei. Não ponhas dúvida, mas tudo quanto te pedirem, lhes concede fácilmente. Eu Sou O Fundadôr e o Destruidôr dos reinos e impérios, e Quero em ti e nos têus descendentes fundar para Mim um Império, por cujo meio, seja o Mêu Nôme publicado entre as nações mais estranhas. E para que os teus descendentes conheçam Quem lhes dá o reino, comporás o Escudo das tuas armas com o prêço pêlo qual Eu Remi o género humano, e daquêle porque fui comprado pêlos judeus, ser-me-á o reino santificado, puro na fé e amado na Minha Piedade.
“Eu, tanto que ouvi estas coisas, prostrado em terra, O adorei dizendo: Por que méritos, Senhor, me mostrais tão grande misericórdia? Ponde, pois, os Vossos benignos Olhos nos sucessôres que me prometeis, e Guardai salva , a gente portuguêsa. E se acontecêr que Tenhais contra ela algum castigo aparelhado, executai-o antes em mim (...) e livrai este povo que amo como o único filho.
“Consentindo nisso, o Senhôr disse-me : Não se
apartará nunca dêles nem de ti, a Minha Misericórdia, porque por sua via tenho
aparelhadas grandes searas, e a êles escolhidos por mêus seguidores em terras
muito remotas.
“Ditas estas palavras Desaparecêu e êu, cheio de
confiança e suavidade me tornei para o real. E porque isto se passou em verdade,
juro, eu, D. Afonso, pêlos Santos Evangelhos de Jesus Cristo, tocados com estas
mãos. E, portanto, mando aos mêus descendentes que para sempre sucederem, que em
honra da Cruz e das Cinco Chagas de Jesus Cristo, tragam no sêu escudo, os Cinco
Escudos partidos em Cruz, e em cada um dêles os trinta dinheiros, e por timbre a
Serpente de Moisés, por sêr a figura de Cristo e êste seja o troféu da nossa
geração. E se alguém intentar o contrário, que seja maldito do Senhôr e
atormentado no inferno com Judas, o traidôr.
“Foi feita a presente carta
em Coimbra aos vinte e nove de Outubro, na Era de 1152,
“êu, El-Rey D.
Afonso”.
(Fonte : da Crónica d ' E l – Rey
D Afonso Henriques por Duarte Galvão)
Ano da Graça de Nosso Senhôr em 2013
Lá nas iras do mar, quando o sepulcro,
- Nossa Senhôra da Conceição -
Padroeira do Reino -
Nêste
último dia do ano de 2012 , ano êste , em que a Era do Espírito Santo se começou
a Estabelecêr em Portugal , não quiz deixar de assinalar a sua importância para
a 3ª Parte da Missão de Portugal , com uma Oração de Profundo Sentido e
Sentimento Português .
Peço-vos
que Orem com Amôr e Carinho , esta Oração á Rainha dos Céus e da Terra e Senhôra
da Conceição , criada por um dos Grandes Portuguêses , romancista genial da
Língua de Portugal , Camilo Castello Branco .
Peçamos
então com profunda Intenção á Senhôra e Rainha de Portugal , que nos Concêda a
Paz e a Libertação de Portugal da Cruel Tirania do Inimigo .
AO
IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
Camillo Ferreira Botelho Castello
Branco
(Lisboa, 16 de Março de 1825 – 1 de junho de
1890)
Senhora! O Vosso altar já foi sacrário
De riquezas do Céu, que o Céu Vos dava
Em prol de Portugal.
Em cada Português Tínheis um filho,
De todos Éreis Mãe, refúgio a todos,
Nas angústias do Mal.
Em Vosso Coração Imaculado
As lágrimas da dor tinham asilo,
Ó! Rainha dos Céus!
As lágrimas com o Vosso patrocínio
Erguiam-se da terra, qual perfume,
Ao Trono do meu Deus!
Em transes d’aflição, nos grandes riscos,
No afogo das pelejas duvidosas,
Vosso Nome se ouvia:
As ramas orgulhosas, destemidas
Afrouxavam nas mãos dos inimigos ,
Ao nome de Maria!
Lá nas iras do mar, quando o sepulcro,
Ao convulso baixel a tempestade
Nos recifes abria;
Azulavam-se o céus, fugia a nuvem,
Voava a viração, vinha a Bonança
Ao nome de Maria!
Quando em leito de pálida doença
Febril enfermo abandonado e triste,
Sem esp’ranças jazia;
De novo o coração lhe palpitava,
Erguia-se robusto, as mãos erguendo
Ao nome de Maria!
Donzela que a chorar passara noites,
De saudades, por quem tamanho afecto
Lhe não agradecia;
Lá vinha a ser feliz com quem amara,
Pois dera o seu futuro em segurança
Ao nome de Maria!
E a carinhosa mãe, que o filho amado
Dos seus amigos braços para a guerra
Chorando, despedia;
Joelhava-se depois, ante o oratório,
E a vida do seu filho confiava
Ao nome de Maria!
E o seu filho, mais tarde, em vivas ânsias,
À porta do seu lar, com mão tremente,
Receoso, batia.
Nos braços maternais contava, ufano,
Triunfos, que tivera sobre a morte
Ao nome de Maria!
O nome de Maria hoje Invocamos,
Nós, filhos desses homens d’outras eras,
Que morreram na FÉ!
Senhora! Protegei os nossos trabalhos!
Sem a protecção do Céu , o esforço humano
Baldado esforço é!
No coração dos vossos Portugueses
Despertai o temor, tão vivo um dia,
No porvir imortal.
Do Vosso Resplendor com a Vossa Luz ,
Descei sobre este solo, escuro e pobre ;
— Salvareis Portugal !
Portuguêses Tem de Despertar para sua Alma
Antes que Portugal possa Despertar para a Sua Missão , cada um de nós , Portuguêses Tem de Despertar para sua Alma ...
Subscrever:
Mensagens (Atom)














